

	{"id":4346,"date":"2019-06-19T17:09:13","date_gmt":"2019-06-19T17:09:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/?p=4346"},"modified":"2019-06-19T23:15:49","modified_gmt":"2019-06-19T23:15:49","slug":"encontro-academico-sobre-trotsky","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2019\/06\/19\/encontro-academico-sobre-trotsky\/","title":{"rendered":"CUBA: ENCONTRO ACAD\u00caMICO SOBRE TROTSKY"},"content":{"rendered":"<p><strong>Correspond\u00eancia Internacional\u00a0da UIT-QI<\/strong><\/p>\n<p>O Primeiro Encontro Acad\u00eamico, Leon Trotsky, realizado entre 6 e 8 de maio em Havana, chamou a aten\u00e7\u00e3o internacional.\u00a0Para os ativistas e a intelectualidade marxista latino-americana e mundial n\u00e3o poderia passar despercebida que em Cuba se abrira uma discuss\u00e3o sobre o l\u00edder bolchevique e fundador da Quarta Internacional.\u00a0A rela\u00e7\u00e3o entre o regime cubano com o velho revolucion\u00e1rio sovi\u00e9tico poderia de alguma forma ser sintetizados metaforicamente no fato de que o assassino de Trotsky, o agente stalinista Ram\u00f3n Mercader, havia passado seus \u00faltimos anos na ilha, um fato que se torna o eixo do romance \u201c<em>O homem que amava os cachorros<\/em>\u201d, do escritor cubano Leonardo Padura.<\/p>\n<p>Para um grupo de jovens pesquisadores e ativistas que s\u00e3o reconhecidos como socialista, Trotsky fornece pistas importantes para a interpreta\u00e7\u00e3o dos processos que levaram \u00e0 queda da URSS, e num contexto de transforma\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e sociais nas quais demonstram o surgimento de uma nova burguesia cubana, enquanto os debates sobre o significado dessas mudan\u00e7as est\u00e3o ganhando for\u00e7a, sem d\u00favida a realiza\u00e7\u00e3o deste evento aponta um marco.\u00a0Al\u00e9m disso, a participa\u00e7\u00e3o do p\u00fablico cubano tem sido t\u00e3o pequena quanto a difus\u00e3o do evento na m\u00eddia local.<\/p>\n<p>Simon Rodriguez, do Partido Socialismo e Liberdade (PSL) da Venezuela e UIT-CI, que participou do evento com a palestra &#8220;A validade da Quarta Internacional no S\u00e9culo XXI&#8221; (ver &#8220;Encontro Acad\u00eamico de Trotsky em Cuba&#8221;\u00a0<a href=\"http:\/\/uit-ci.org\/index.php\/noticias-y-documentos\/temas-generales\/2237-2019-05-15-14-49-03\">http:\/\/uit-ci.org\/index.php\/noticias-y-documentos\/temas-generales\/2237-2019-05-15-14-49-03<\/a>), entrevistou um m\u00eas depois por e-mail o pesquisador cubano Frank Garc\u00eda, que esteve \u00e0 frente da organiza\u00e7\u00e3o merit\u00f3ria do evento, para aprender mais sobre o processo no qual se enquadrava sua realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Conte-nos como surgiu a iniciativa de conduzir essa reuni\u00e3o acad\u00eamica, e que antecedentes ela teve.<\/strong><\/p>\n<p>Essa foi uma quest\u00e3o recorrente entre os participantes do evento.\u00a0Constatavam que as reformas em Cuba n\u00e3o t\u00eam em seu programa \u2013 embora n\u00e3o impe\u00e7am- o intento de trazer ao pa\u00eds outras leituras diferentes e muito pol\u00eamicas do marxismo.\u00a0Alguns convidados queriam vincular o congresso a uma resposta ao avan\u00e7o da direita mundial.\u00a0Nada disso.\u00a0Ent\u00e3o, por qu\u00ea?<\/p>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o Cubana teve quatro grandes momentos de estimulo dos marxismos cr\u00edticos, her\u00e9ticos e heterodoxos.\u00a0O primeiro foi na d\u00e9cada de sessenta do s\u00e9culo passado, quando houve um confronto ideol\u00f3gico e te\u00f3rico aberto contra a pol\u00edtica sovi\u00e9tica de coexist\u00eancia pac\u00edfica com o imperialismo.\u00a0Por sua vez, o governo revolucion\u00e1rio recusou-se a introduzir os manuais te\u00f3ricos de Moscou.\u00a0Era comum em Havana ler Deustcher ou Mandel.\u00a0Esses e muitos outros autores sa\u00edram das gr\u00e1ficas como resultado de um projeto muito estimulado por Fidel, chamado de Edi\u00e7\u00f5es Revolucion\u00e1rias.\u00a0Mas, nunca foi poss\u00edvel a publica\u00e7\u00e3o de Trotsky: entre as tr\u00eas for\u00e7as pol\u00edticas do governo revolucion\u00e1rio estava o velho partido comunista, o Partido Socialista Popular.<\/p>\n<p>A segunda etapa, mais t\u00edmida, mas n\u00e3o menos importante, com foco no resgate do pensamento guevarista, foi entre 1986 e 1990. Nesses quatro anos Fidel desencadeou uma ofensiva contra a burocracia e a tend\u00eancia pr\u00f3-sovi\u00e9tica dentro do partido: Se chamou Processo de Retifica\u00e7\u00e3o de Erros e Tend\u00eancias Negativas.\u00a0Foi a contraofensiva cubana \u00e0 Perestroika, embora alguns, tentando fazer l\u00f3gicas for\u00e7adas, a entendessem como a Perestroika do Caribe.\u00a0Enquanto l\u00e1 se renderam, aqui Che ganhou mais for\u00e7a.\u00a0Mas, nem de longe, se cogitou em publicar Trotsky.\u00a0Depend\u00edamos inteiramente da URSS e do campo socialista europeu, enquanto os antigos comunistas continuavam muito presentes.<\/p>\n<p>O terceiro momento de est\u00edmulo ao marxismo cr\u00edtico foi depois da queda da URSS. Os manuais sovi\u00e9ticos, que haviam conquistado Cuba en 1971, foram descartados ao ponto de que muitos nihilistas e pessoas desapontadas\u00a0jogassem esses\u00a0t\u00edtulos no\u00a0lixo.\u00a0Ainda\u00a0que apare\u00e7am empilhados nos cantos &#8211; e n\u00f3s sempre estamos recorrendo a eles &#8211; livros com os discursos de Brezhnev elogiando a entrada dos tanques em Praga\u00a0ou\u00a0t\u00edtulos que explicavam a ci\u00eancia social que se chamava Constru\u00e7\u00e3o do Partido. Dogma esquem\u00e1tico puro, mas muito necess\u00e1rio para entender o que aconteceu, o que eles pensavam em Moscou.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo &#8211; durante a crise econ\u00f4mica cubana que foi chamada de per\u00edodo especial &#8211; devido \u00e0 necessidade de que a intelligentsia cubana explicasse as crises globais da esquerda, despertou-se a necessidade de buscar Gramsci.\u00a0Foi um fen\u00f4meno mundial.\u00a0Gramsci era de todos e de ningu\u00e9m.\u00a0Muitos partidos comunistas pr\u00f3-Moscou que nunca o haviam incorporado e at\u00e9 o chamavam de revisionista, o fizeram seus, sempre acompanhados pela imagem de Che Guevara \u2013 \u00a0a quem alguns, em algum momento, o acusaram de aventureiro.\u00a0Isso se deve ao fato de que L\u00eanin e Marx lhes pareceram inv\u00e1lidos para explicar o que estava acontecendo: era apenas outro exemplo de como o dogma \u00e9 ignorante.<\/p>\n<p>Em Cuba, voltou-se tamb\u00e9m para Mari\u00e1tegui: fomos o primeiro pa\u00eds socialista a public\u00e1-lo &#8211; em1973 &#8211; como somos agora o primeiro pa\u00eds socialista a realizar um evento sobre Trotsky;\u00a0se recorreu a Foucault e Bourdieu e de alguma maneira, mas sem sucesso, Rosa Luxemburgo &#8211; talvez porque em cima n\u00e3o se entendeu sua cr\u00edtica org\u00e2nica ao governo bolchevique.\u00a0De repente, nas salas de aula da universidade, Gramsci, Bourdieu e Foucault tinham uma resposta para tudo.\u00a0Quase se passa de um reducionismo a outro.<\/p>\n<p>O quarto e mais radical cap\u00edtulo da saga come\u00e7ou a fermentar desde 2008 e mais fortemente em 2012 e 2016, terminando completamente em 2017. Nascido em uma onda de cr\u00edticas ao per\u00edodo do obscurantismo brezhneviano que dominou Cuba de 1971 a 1985. Como resultado do efeito Obama, foram criadas mais condi\u00e7\u00f5es para debates abertos nunca vistos antes.\u00a0A\u00ed se chegou, \u00e0s vezes ingenuamente e outros n\u00e3o tanto, a confundir o marxismo com o stalinismo, este \u00faltimo, quase sempre estimulado pela imprensa digital trazida pela burguesia nascida das reformas econ\u00f4micas.\u00a0Mas ap\u00f3s a chegada de Trump ao poder, retornamos a uma pol\u00edtica de lugar sitiado.\u00a0N\u00e3o como era nos anos setenta do s\u00e9culo passado, porque entre outras coisas \u00e9 um cen\u00e1rio social completamente diferente:\u00a0N\u00e3o h\u00e1 Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. E se existe uma burguesia em Cuba, uma sociedade civil e internet, \u00e9 mais verdade ainda que o clima de debate foi fechado consideravelmente.\u00a0Portanto, se seguirmos a l\u00f3gica, este evento deveria ter ocorrido entre 2012 e 2017. Ai entrou o curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Trotsky que eu lecionei na Universidade Central de Las Villas, em Santa Clara.\u00a0Mas o segundo dia do curso anunciou que Donald Trump ganhou as elei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Como v\u00eas, o evento s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as ao espa\u00e7o conquistado em um largo processo cumulativo, um processo que por sua vez gerou uma consci\u00eancia cr\u00edtica da qual sou herdeiro, signat\u00e1rio e em alguma medida, contribuinte.\u00a0Processo que existiu como fen\u00f4meno &#8211; contradit\u00f3rio pela dial\u00e9tica &#8211; da revolu\u00e7\u00e3o.\u00a0Pois Fidel Castro sempre estimulou a cultura como ferramenta emancipat\u00f3ria e desalienandora.\u00a0Em uma Cuba capitalista, nunca teria havido um est\u00edmulo sustentado ao marxismo.<\/p>\n<p>No entanto, o evento foi o produto da teimosia revolucion\u00e1ria individual, do meu interesse pessoal em Trotsky, porque ningu\u00e9m, devido ao fluxo e refluxo de 2017, ningu\u00e9m esperava algo assim.\u00a0Muitos tiveram um imenso ceticismo e pensaram que eu me cansaria no caminho.\u00a0Algo para o qual, antes de proibir &#8211; nunca foi proibido &#8211; algumas autoridades apostavam no meu cansa\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Com exce\u00e7\u00e3o daqueles que colaboraram com a organiza\u00e7\u00e3o do evento ou foram palestrantes, muito poucos cubanos participaram do evento.\u00a0No entanto, esse n\u00facleo mostrou grande comprometimento e suas interven\u00e7\u00f5es foram de alto n\u00edvel, o que mostra que h\u00e1 um interesse genu\u00edno no assunto.\u00a0Depois de sua culmina\u00e7\u00e3o, o evento dentro de Cuba teve alguma difus\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>O evento, al\u00e9m do que pode ser feito nas redes sociais e no blog marxista cubano La Tizza e na imprensa de esquerda estrangeira, n\u00e3o teve nenhuma difus\u00e3o em Cuba.\u00a0As pessoas s\u00f3 souberam dele depois de feito.\u00a0No entanto, os estudantes universit\u00e1rios que estavam presentes carregaram consigo a vontade de estudar Trotsky.\u00a0Gra\u00e7as a eles, em Santa Clara &#8211; sem serem esses jovens trotskistas &#8211; tem havido um interesse crescente por essa figura.\u00a0Como resultado, dez exemplares de A Revolu\u00e7\u00e3o Tra\u00edda e outros t\u00edtulos foram distribu\u00eddos, nem sempre de Trotsky, mas desconhecidos em Cuba.\u00a0Mas quando h\u00e1 um corpo te\u00f3rico inteiro que \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 Trotsky: Bensaid, Brou\u00e9, L\u00f6wy, Callinicos, Tariq Ali, Robert Brenner, o Grupo de Setembro&#8230; chocam os que n\u00e3o t\u00eam nenhum acesso a essa literatura.\u00a0Eles est\u00e3o dispostos a ler digitalmente, mas \u00e9 muito desconfort\u00e1vel e nem sempre h\u00e1 dispositivos para isso.\u00a0Eles devoram o volume 1 do Capital e n\u00e3o alguns escritos de ou sobre L\u00eanin, mas quando eles pedem mais leituras de seus professores, eles os mandam para Hegel e Feuerbach.\u00a0Eu pe\u00e7o solidariedade liter\u00e1ria para esses jovens camaradas: Yunier Mena Benavides, Green Gil e Ana Isa, que \u00e9 como eles se chamam no Facebook.\u00a0Os tr\u00eas ajudaram muito o evento.\u00a0Por favor, entre em contato com eles.\u00a0Eles querem mais e mais livros.\u00a0que \u00e9 o que eles s\u00e3o chamados no Facebook.\u00a0Os tr\u00eas ajudaram muito o evento.\u00a0Por favor, entre em contato com eles.\u00a0Eles querem mais e mais livros.<\/p>\n<p>Em Havana, temos a colega Lisbeth Moya, uma estudante de jornalismo que assumiu a produ\u00e7\u00e3o do evento.\u00a0Ela tem uma situa\u00e7\u00e3o melhor no acesso \u00e0 literatura, mas n\u00e3o devemos parar de ajud\u00e1-la.<\/p>\n<p><strong>Em 2016 voc\u00ea ditou um curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o sobre Trotsky.\u00a0Durante o encontro ouvimos interven\u00e7\u00f5es de acad\u00eamicos cubanos ligados a estudos de filosofia que enfatizaram a import\u00e2ncia das contribui\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas de Trotsky para o marxismo.\u00a0Trotsky foi estudado nas universidades cubanas?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o. N\u00e3o se estuda Trotsky nas universidades cubanas.\u00a0No entanto, o interesse pelo marxismo her\u00e9tico continua crescendo.\u00a0Foi o que voc\u00ea viu nas interven\u00e7\u00f5es de nossos acad\u00eamicos: um tremendo desejo de enriquecer a teoria marxista em Cuba.\u00a0A professor Natasha Gomez, falando do p\u00fablico na primeira sess\u00e3o do primeiro dia, \u00e9 uma companheira que desenvolve um trabalho te\u00f3rico e cr\u00edtico muito interessante sobre Anton Pannekoek, Otto R\u00fchle, Karl Korsch, Austro-marxismo e te\u00f3ricos da chamada &#8220;A doen\u00e7a infantil do esquerdismo &#8220;.\u00a0E \u00e9 que hoje \u00e9 muito d\u00e9bil o dogmatismo que acusa de revisionismo a toda teoria que n\u00e3o esteja dentro do dogma.\u00a0Para ajudar neste processo, pe\u00e7o sempre apoio internacional: envie-nos literatura.\u00a0Temos o grande problema de n\u00e3o poder fazer compras online: existe o bloqueio dos EUA contra Cuba. N\u00e3o \u00e9 propaganda: \u00e9 um fato.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea mesmo esclarece que n\u00e3o \u00e9 trotskista, mas, como marxista, reconhece a import\u00e2ncia de conhecer seu legado pol\u00edtico e te\u00f3rico.\u00a0Em que sentido considera que, para a juventude cubana de hoje com ansiedades revolucion\u00e1rias anticapitalistas, este legado ser\u00e1 \u00fatil?<\/strong><\/p>\n<p>Trotsky n\u00e3o prev\u00ea a situa\u00e7\u00e3o atual em Cuba, mas uma boa parte de seus textos nos ajuda a entender algo que originou o que os cubanos vivem hoje: o colapso da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica.\u00a0Um processo que ainda \u00e9 muito confuso para muitos na ilha e continuar\u00e1 a s\u00ea-lo, desde que uma das mais importantes pe\u00e7as perdidas do marxismo n\u00e3o seja completamente descoberta em Cuba: Trotsky.\u00a0Para isso, o evento foi realizado.\u00a0Levar Trotski aos cubanos.\u00a0E n\u00e3o os cubanos a Trotsky, que \u00e9 diferente.<br \/>\nMas tamb\u00e9m as contribui\u00e7\u00f5es de Trotsky para as concep\u00e7\u00f5es de arte em sua rela\u00e7\u00e3o com as correntes culturais do in\u00edcio da revolu\u00e7\u00e3o bolchevique e depois ao redigir o \u201cManifesto Por Uma Arte Revolucion\u00e1ria Independente\u201d, dando dicas de aspectos meridianos como o marxismo tem assumindo aspectos meridianos como a liberdade da cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica.\u00a0E essa parte \u00e9 de muito interesse em Cuba, porque aqui est\u00e1 o crit\u00e9rio generalizado de que a maioria das pol\u00edticas comunistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 arte \u00e9 censura.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea tem alguma novidade sobre o andamento dos planos de publicar os trabalhos apresentados no evento?\u00a0Existem novos projetos para continuar promovendo o estudo de Trotsky?<\/strong><\/p>\n<p>Eu estou no processo de compilar, traduzir e transcrever as discuss\u00f5es.\u00a0Precisamos de ajuda urgente com estas duas \u00faltimas tarefas.\u00a0Acelerar o processo de edi\u00e7\u00e3o e entregar ao editor um livro completo e editado far\u00e1 que, talvez, tenhamos na Feira Internacional do Livro de Havana, a apresenta\u00e7\u00e3o dos relat\u00f3rios do 1\u00ba evento acad\u00eamico Internacional Leon Trotsky: A nossa maior conquista.\u00a0\u00c9, e n\u00e3o menos importante: a realiza\u00e7\u00e3o do segundo\u00a0Evento Acad\u00eamico Internacional Leon Trotsky, em S\u00e3o Paulo, em outubro de 2020. Entre em contato com Daniel Perseguim no Facebook.\u00a0Ele lhes dir\u00e1 as necessidades que correspondem \u00e0s solidariedades.\u00a0Precisamos de ajuda urgente.<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o sou um trotskista, mas, como eu j\u00e1 disse que todas as trotskistas e os trotskistas do mundo s\u00e3o meus camaradas, e porque eu sou um comunista, todas e todos que lutam contra o capitalismo e pelo socialismo, s\u00e3o minhas \u00a0companheiras e meus companheiros.\u00a0N\u00e3o importa os grupos, tend\u00eancias ou partidos pol\u00edticos aos quais eles pertencem.\u00a0Temos um objetivo comum: tudo para as classes trabalhadoras, nada para a burguesia.\u00a0Nem reis, nem burgueses, nem Estado: em dire\u00e7\u00e3o ao comunismo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Correspond\u00eancia Internacional\u00a0da UIT-QI O Primeiro Encontro Acad\u00eamico, Leon Trotsky, realizado entre 6 e 8 de maio em Havana, chamou a aten\u00e7\u00e3o internacional.\u00a0Para os ativistas e a intelectualidade marxista latino-americana e mundial n\u00e3o poderia passar despercebida que em Cuba se abrira uma discuss\u00e3o sobre o l\u00edder<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4363,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[164,782,48],"class_list":["post-4346","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-internacional","tag-cuba","tag-encontro-academico","tag-trotsky"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4346","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4346"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4346\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4363"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4346"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4346"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4346"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}