A juventude negra quer viver! Um chamado à juventude do RJ

Por Laís Sathler, coordenação do Vamos à Luta

Diante do massacre da Penha e do Alemão, orquestrado pelo assassino Cláudio Castro, a Juventude Revolucionária Vamos à Luta (CST e independentes) defende uma resposta nas ruas. Estivemos no ato na Penha e chamamos a todes para estarem conosco no ato do dia 20 de novembro, gritando por Fora Cláudio Castro e pelo fim das operações policiais.

Infelizmente, as operações no Rio de Janeiro têm sido uma realidade frequente. Na UFRJ, os estudantes frequentemente têm medo de sair ou têm aulas canceladas por conta de operações, como se pode ver no vídeo do companheiro Eduardo, publicado na data da chacina da Penha e do Alemão.

Infelizmente, a atuação da direção do DCE tem se limitado a pedir à reitoria abonos de falta para dias de operação, sem envolver a base estudantil e sem convocar verdadeiramente mobilizações. Essa é uma crítica que fazemos aos camaradas do coletivo Correnteza, majoritários na entidade.

Recentemente, escrevemos um panfleto do Vamos à Luta em que exigimos que a reitoria se posicione contrária às operações, o que ganhou ainda mais importância após esse passo da extrema direita na política de extermínio da juventude negra.

É urgente uma mobilização estudantil, da UFRJ, mas em unidade com outras universidades e escolas, como a Unirio, UFF, CP2 e colégios de aplicação, visto que muitos estudantes vivem nas favelas e periferias. Apontamos a data do dia 20 de novembro como a próxima data para essa construção. É necessário lutar pelo fim das operações, pela prisão de Cláudio Castro, pelo fim da Polícia Militar e pela legalização das drogas.

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