Todo apoio à greve dos bancários
Nota de apoio bancários
Todo apoio à greve dos bancários
Pela unidade com correios e outras categorias
Os bancários aprovam greve por tempo indeterminado na maioria dos bancos públicos da Caixa e do BB após rejeitarem a proposta de 0,6% de ganho real no salário e um acordo bianual. Um percentual insuficiente que não recupera as perdas e mantém o arrocho da categoria. Além disso, na Caixa Econômica a proposta para o plano de saúde aumenta fortemente as contribuições. Em alguns estados como SP, a greve ocorre nas bases da CEF.
Infelizmente o governo Lula aplica uma política de ajuste fiscal que não beneficia aos trabalhadores e trabalhadoras. Os banqueiros são os setores mais ricos do país que vivem da exploração da população, dos juros altos e do parasitismo do sistema financeiro. Por isso bancários, principalmente dos bancos públicos, saíram à luta para enfrentar essa afronta à categoria.
O caso Master desmoralizou e mostrou que os bancos além de sugarem o nosso dinheiro roubam os trabalhadores e ainda compram toda a república e amplos setores políticos da extrema direita à frente ampla. Não temos que dar trégua nenhuma a eles e seus aliados.
Centrais sindicais tem que apoiar a greve
É uma necessidade de grandes centrais sindicais como CUT e CTB apoiarem a greve bancária. Defendemos que a partir dessa greve se busque a unidade com outras categorias que estão em luta, como é o caso dos correios. Esse movimento seria fundamental para fortalecer outras bandeiras de lutas como o fim da escala 6×1 e a pauta dos entregadores de aplicativos contra a exploração e a precarização do trabalho e enfrentar o tarifaço de Trump e sua intervenção nas eleições. Além da unidade com a marcha do clima e os movimentos feministas que ocorrem neste mês.
Pela unidade de bancários e correios
Os trabalhadores dos correios têm assembleia marcada para o dia 10/09 para definir uma possível deflagração de greve.O governo Lula alega falta de dinheiro para atender a pauta dos ecetistas e como os bancários propõem um acordo bianual e ataca o plano de saúde. Contraditoriamente nos bancos públicos com lucros altíssimos também não querer atender as demandas dos trabalhadores o que comprova que o problema não é de dinheiro e sim de um projeto que aplica um brutal ajuste sobre os trabalhadores.
É necessário buscar a unidade das categorias para fortalecer ambos movimentos e arrancar do governo Lula e dos banqueiros as pautas das categorias com muita força. Nós da Combate Sindical estamos a serviço dessa política da unidade da classe trabalhadora levando nosso apoio a cada processo de luta e greve.