

	{"id":162,"date":"2012-08-07T09:30:00","date_gmt":"2012-08-07T09:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/index.php\/2012\/08\/07\/arquivoid-9230\/"},"modified":"2012-08-07T09:30:00","modified_gmt":"2012-08-07T09:30:00","slug":"arquivoid-9230","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2012\/08\/07\/arquivoid-9230\/","title":{"rendered":"Venezuela: Manifesto de apoio \u00e0 candidatura de Orlando Chirino Presidente"},"content":{"rendered":"<p>Manifesto Internacional em apoio \u00e0 candidatura oper\u00e1ria de Orlando Chirino nas elei\u00e7\u00f5es de 07 de Ou | Site da UIT www.uit-ci.org<\/p>\n<p>No dia 7 de outubro se realizar\u00e3o as elei\u00e7\u00f5es presidenciais na Venezuela. Nelas se apresentam o atual presidente Hugo Ch\u00e1vez, do PSUV, e Henrique Capriles, candidato do MUD (Mesa da Unidade Democr\u00e1tica), representando as for\u00e7as de direita tradicionais.<\/p>\n<p>O novo e menos conhecido, \u00e9 que frente a eles h\u00e1 outra op\u00e7\u00e3o que \u00e9 a candidatura presidencial do dirigente oper\u00e1rio Orlando Chirino, postulado pelo PSL (Partido Socialismo e Liberdade). Trata-se de uma candidatura que levanta as bandeiras da independ\u00eancia pol\u00edtica dos trabalhadores, que significa sem pactos nem acordos com os patr\u00f5es nacionais ou estrangeiros, e em nome do verdadeiro socialismo.<\/p>\n<p>Para muitos trabalhadores, jovens e lutadores antiimperialistas e de esquerda do mundo, que durante estes anos escutaram os discursos de Ch\u00e1vez insultando ao &quot;imp\u00e9rio&quot; em nome do chamado socialismo do s\u00e9culo XXI, pode parecer equivocado ou semear duvidas a candidatura de Orlando Chirino. Estas duvidas s\u00e3o incentivadas desde setores do chavismo com acusa\u00e7\u00f5es ao companheiro Chirino de &quot;divisionista&quot; e de &quot;estar a servi\u00e7o&quot; do candidato da direita pro ianque Henrique Capriles, dizendo que existiria o perigo de que &quot;volte a governar a direita golpista&quot;. Este argumento tamb\u00e9m \u00e9 repetidamente usado pelo governo chavista contra todos aqueles que divergem e lutam por suas justas reivindica\u00e7\u00f5es, reafirmando o seu car\u00e1ter autorit\u00e1rio.<\/p>\n<p>Compreendemos as duvidas que possam ter os honestos companheiros e lutadores, mas n\u00e3o as compartimos. Queremos abord\u00e1-las para esclarecer aos lutadores antiimperialistas e de esquerda qual \u00e9 a realidade da Venezuela. J\u00e1 que o governo de Ch\u00e1vez n\u00e3o marcha at\u00e9 socialismo nenhum, e se h\u00e1 alguma possibilidade de que atrav\u00e9s do voto retornem os velhos pol\u00edticos patronais e pro ianques que galgaram o golpe de abril de 2002 \u00e9 por sua responsabilidade. Em primeiro lugar, porque quem anistiou os golpistas quando o povo os queria castigar foi o pr\u00f3prio presidente Ch\u00e1vez. E sobre tudo, porque em 13 anos de governo n\u00e3o cumpriu nenhuma de suas promessas de solucionar os problemas de fundo dos trabalhadores e do povo da Venezuela.<\/p>\n<p>O Governo Ch\u00e1vez n\u00e3o vai a socialismo nenhum<\/p>\n<p>A triste verdade \u00e9 que Ch\u00e1vez faz discurso contra o &quot;imp\u00e9rio&quot;, mas tem pactuado com as multinacionais do petr\u00f3leo atrav\u00e9s das empresas mistas, concedendo 40% das a\u00e7\u00f5es no negocio petroleiro. O governo esta associado \u00e0 Chevron, Mitsubishi, Total, Repsol, a Petrobras, a empresa norueguesa, russa e chinesa. \u00c9 s\u00f3cio da transnacional su\u00ed\u00e7a Glencore e de transnacionais chinesas no negocio do alum\u00ednio e a\u00e7o.<\/p>\n<p>Fala contra o &quot;imperialismo&quot;, mas em abril de 2011 entregou ao exilado colombiano Joaquin P\u00e9rez Becerra ao governo pro ianque de Juan Manuel Santos, da Col\u00f4mbia, sem respeitar nenhuma norma internacional. Foi uma escandalosa viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos que provocou o repudio generalizado de amplos setores da esquerda mundial, inclusive de muitos simpatizantes do chavismo. Paralelamente declarava que Santo era &quot;seu novo melhor amigo&quot;.<\/p>\n<p>Se auto titula um governo de esquerda, popular e democr\u00e1tico, mas se nega a apoiar as revolu\u00e7\u00f5es dos povos \u00e1rabes contra seus ditadores. Chegando ao cumulo de defender os ditadores genocidas como Kadaffi, da L\u00edbia, ou Bashar Al Assad da S\u00edria, qualificando-os de &quot;governos anti-imperialistas&quot;.<\/p>\n<p>Se diz um governo &quot;oper\u00e1rio&quot;, mas n\u00e3o respeita as contrata\u00e7\u00f5es coletivas dos trabalhadores, desconhecendo em muitos casos o direito de greve. N\u00e3o se respeita a autonomia sindical, acusa os trabalhadores estatais que fazem greve de &quot;contrarrevolucion\u00e1rios&quot; e criminaliza os protestos. O exemplo mais emblem\u00e1tico \u00e9 o do dirigente sindical Ruben Gonz\u00e1les, militante do partido do governo, que esteve mais de um ano preso por encabe\u00e7ar uma greve.<\/p>\n<p>O governo vem aplicando um duro plano de ajuste desde 2008, incluindo o aumento em 30% do Imposto ao Valor Agregado; congelando os contratos coletivos da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, dos sider\u00fargicos e dos trabalhadores de alum\u00ednio. Liberando os pre\u00e7os da maior parte dos alimentos e desvalorizando a moeda em 100%. Segundo o Instituto Nacional de Estat\u00edstica, em 1998 o conjunto da burguesia se apropriou de 36,2% da riqueza produzida, contra 39,7% em m\u00e3o do conjunto dos assalariados. Em 2008 esta propor\u00e7\u00e3o mudou em favor dos patr\u00f5es, que passaram a apropriar-se de 48,8% da riqueza produzida, enquanto os assalariados passaram a recuperar apenas 32,8% do produzido com seu esfor\u00e7o.<\/p>\n<p>Ch\u00e1vez fala contra &quot;o capitalismo&quot; e que esta &quot;construindo o socialismo&quot;, mas aumentou em seu conjunto, o setor da economia em m\u00e3o privadas frente ao setor p\u00fablico. Segundo o Banco Central da Venezuela, em 1998 o setor privado aportava 65% do PIB, enquanto o setor publico produzia 34,8%. Em 2009, o setor privado representou 70,9% do PIB, e o setor publico se reduziu a 29,1%. Os bancos, o comercio e o setor das telecomunica\u00e7\u00f5es, s\u00e3o os setores burgueses mais favorecidos pelo governo chavista. As telecomunica\u00e7\u00f5es, fortemente penetradas pelo capital transnacional, est\u00e3o h\u00e1 mais de tr\u00eas anos com um crescimento ininterrupto. Por sua parte, o lucro dos bancos em 2011 foi de 14.490 milh\u00f5es bol\u00edvares (uns 3.369 milh\u00f5es de d\u00f3lares), um crescimento de 92,3% com respeito aos lucros obtidos no ano anterior.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 &quot;constru\u00e7\u00e3o do socialismo&quot; junto com Chevron, Ford, Mitsubishi ou os banqueiros privados, e atacando os sal\u00e1rios.<\/p>\n<p>Por isso na Venezuela cresce os protestos sindicais e as reclama\u00e7\u00f5es sociais por falta de moradia, de luz ou pela terra. As miss\u00f5es como as da sa\u00fade (Bairro Adentro) que foram uma conquista do povo, nunca passaram de uma assist\u00eancia primaria e, ainda assim, foram se deteriorando por falta de fundos e corrup\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo, nunca houve aumento do or\u00e7amento para os hospitais e o sistema de sa\u00fade. Por isso acontecem protestos das enfermeiras e dos trabalhadores da sa\u00fade.<\/p>\n<p>Outra vez, como na Nicar\u00e1gua dos anos 80 com os sandinistas, voltam a fracassar os projetos &quot;nacionais e populares&quot; com base nas empresas mistas e nos pactos e acordos com a burguesia, que foram apoiados por Fidel Castro e a dire\u00e7\u00e3o do Partido Comunista de Cuba, como agora apoiam a Ch\u00e1vez, projetos que falam muito do socialismo, mas terminam mantendo os pactos com as multinacionais, os empres\u00e1rios, os militares e as burocracias sindicais.<\/p>\n<p>A Candidatura de Capriles n\u00e3o \u00e9 sa\u00edda para os trabalhadores<\/p>\n<p>Tem sido estas pol\u00edticas antioper\u00e1rias e antipopulares, somadas aos reiterados casos de corrup\u00e7\u00e3o, as que foram criando um afastamento e decep\u00e7\u00e3o entre os trabalhadores e os setores do povo frente ao governo Ch\u00e1vez. Por isso existem hoje setores populares e oper\u00e1rios que cansados com o chavismo tomariam o caminho equivocado de votar em Capriles.<\/p>\n<p>Afirmamos que Capriles da MUD e a velha burguesia pro ianque da Venezuela, que querem voltar ao poder para outra vez se beneficiarem como agentes diretos do imperialismo, n\u00e3o s\u00e3o sa\u00edda para o povo e os trabalhadores. Capriles e os velhos pol\u00edticos patronais querem aproveitar o descontentamento popular e a perda de expectativas de milh\u00f5es de venezuelanos em Ch\u00e1vez, para conseguir canalizar um &quot;voto castigo&quot; a seu favor. Como j\u00e1 ocorreu nas legislativas de 2010, quando equivocadamente setores populares deram milh\u00f5es de votos \u00e0 direita da MUD, conseguindo um voto majorit\u00e1rio frente ao PSUV de Ch\u00e1vez.<\/p>\n<p>Recha\u00e7amos de imediato o voto a Capriles e a MUD, j\u00e1 que significa votar na outra variante pol\u00edtica capitalista pro ianque que continuar\u00e1 explorando o povo trabalhador, como j\u00e1 o fazem nos governos estaduais que eles tem h\u00e1 muitos anos (Miranda, Zulia, Carabobo, etc). Seu programa \u00e9 ser melhor entregador do petr\u00f3leo venezuelano aos grupos internacionais e melhor defensor dos grandes empres\u00e1rios nacionais e estrangeiros. Todos j\u00e1 conheceram os anteriores governos de Carlos Andr\u00e9 P\u00e9rez, Lusinchi ou Caldera. Capriles n\u00e3o oferece nada de novo para os trabalhadores e o povo.<\/p>\n<p>A classe trabalhadora, a juventude e os setores populares da Venezuela necessitam de uma alternativa pol\u00edtica verdadeiramente de esquerda e socialista para tratar de evitar que se frustre o processo revolucion\u00e1rio que se abriu com a insurrei\u00e7\u00e3o popular do Caracazo de 1989, e suas aspira\u00e7\u00f5es de mudan\u00e7as de fundo. Milh\u00f5es acreditaram que Ch\u00e1vez iria levar adiante as legitimas aspira\u00e7\u00f5es de mudan\u00e7as verdadeiramente anti-imperialistas e socialistas. Corre-se o perigo de uma nova frustra\u00e7\u00e3o. Por isso chegou a hora dos trabalhadores e o povo venezuelano seguirem sua luta por estas mudan\u00e7as e fortalecerem uma nova alternativa pol\u00edtica socialista e dos trabalhadores. Esta \u00e9 a bandeira que levanta a candidatura oper\u00e1ria de Orlando Chirino.<\/p>\n<p>Apoiamos o voto em Orlando Chirino<\/p>\n<p>Orlando Chirino, dirigente oper\u00e1rio venezuelano de larga trajet\u00f3ria, tem sido protagonista dos processos de lutas e transforma\u00e7\u00f5es que vive a Venezuela desde 1989. Esteve na linha de frente no enfrentamento contra o golpe e a sabotagem do petr\u00f3leo pro imperialista de 2002-2003, e seu desempenho foi reconhecido pelos trabalhadores e at\u00e9 pelo pr\u00f3prio governo.<\/p>\n<p>Chirino, junto com a corrente sindical CCURA (Corrente Classista, Unit\u00e1ria, Revolucionaria e Aut\u00f4noma), assumiu em 2006 uma defesa principista da autonomia sindical na Uni\u00e3o Nacional dos Trabalhadores, central logo dividida pelo governo. Posteriormente se negou a apoiar a Reforma Constitucional, por seu conte\u00fado antidemocr\u00e1tico e capitalista, sendo despedido ilegalmente da PDVSA como repres\u00e1lia pol\u00edtica. Posteriormente se pronunciou contr\u00e1rio ao plano de ajuste econ\u00f4mico desenhado e executado pelo governo nacional para enfrentar os efeitos da crise econ\u00f4mica mundial, levantando a mesma consigna dos trabalhadores e da juventude grega, dos mineiros espanh\u00f3is, dos indignados e de milh\u00f5es de trabalhadores ao redor do mundo: &quot;Que a crise a paguem os capitalistas e n\u00e3o os trabalhadores&quot;. Chirino est\u00e1 cotidianamente acompanhando as lutas dos trabalhadores e dos setores populares por suas reivindica\u00e7\u00f5es e contra a pol\u00edtica antioperaria do governo Ch\u00e1vez.<\/p>\n<p>Chirino, junto ao PSL, (Partido Socialismo e Liberdade) levantou valentemente o apoio \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o dos povos \u00e1rabes e denuncia os massacres perpetrados pelo ditador s\u00edrio Al Assad, enquanto o governo venezuelano o respalda.<\/p>\n<p>A candidatura de Chirino, apoiado pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSL), \u00e9 a \u00fanica alternativa de esquerda nas elei\u00e7\u00f5es presidenciais venezuelanas que esta vinculada \u00e0s lutas sociais, comprometida com os direitos dos trabalhadores e dos setores populares, e por tanto representa a continuidade das lutas do povo venezuelano pela constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade verdadeiramente socialista. \u00c9 a \u00fanica candidatura que no atual cen\u00e1rio eleitoral defende a recupera\u00e7\u00e3o da soberania sobre o petr\u00f3leo e o g\u00e1s, eliminando os contratos das empresas mistas para que o petr\u00f3leo seja 100% venezuelano para usar seus benef\u00edcios para dar sal\u00e1rio, trabalho, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e moradia. \u00c9 a \u00fanica que defende a plena independ\u00eancia pol\u00edtica do pa\u00eds frente aos governos imperialistas; um sal\u00e1rio m\u00ednimo igual \u00e0 cesta b\u00e1sica; o fim do pagamento da divida externa; a anula\u00e7\u00e3o dos tratados de livre comercio e tratados contra a dupla tributa\u00e7\u00e3o subscritos pela Venezuela; pela nacionaliza\u00e7\u00e3o dos bancos e das multinacionais baixo o controle dos trabalhadores; uma reforma agr\u00e1ria que garanta terras aos camponeses; o reconhecimento dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas, e o regate das organiza\u00e7\u00f5es sindicais como instrumento de luta da classe trabalhadora, com autonomia dos governos e dos patr\u00f5es e sem burocracia sindical de nenhum tipo.<\/p>\n<p>\u00c9 a \u00fanica candidatura que expressa \u00e0 solidariedade com os povos na luta; que denuncia a pol\u00edtica de Ch\u00e1vez de entregar lutadores ao governo colombiano, que se solidariza com os povos da S\u00edria contra a ditadura e apoia o processo da revolu\u00e7\u00e3o \u00e1rabe. \u00c9 a \u00fanica candidatura que sustenta que chegou a hora de que governem os trabalhadores.<\/p>\n<p>O voto a Orlando Chirino e o apoio \u00e0 sua campanha, junto ao Partido Socialismo e Liberdade, contribuir\u00e1 para fortalecer a constru\u00e7\u00e3o de uma alternativa pol\u00edtica socialista revolucion\u00e1ria, sem empres\u00e1rios nem burocratas sindicais, que se prepare com mais for\u00e7a para apoiar as lutas e as reivindica\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias, estudantis e populares contra os planos de ajustes capitalistas e que some a todos os trabalhadores, jovens, camponeses, setores populares e lutadores de esquerda que cansados de falsas promessas, querem ter uma organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica realmente de luta, democr\u00e1tica e socialista.<\/p>\n<p>Por todas estas raz\u00f5es, apoiamos a candidatura presidencial de Orlando Chirino e chamamos ao povo venezuelano a votar por esta op\u00e7\u00e3o no pr\u00f3ximo 7 de outubro. E por sua vez, convocamos aos dirigentes sindicais, estudantis, populares, intelectuais, anti-imperialistas e a esquerda mundial a aderir e apoiar esta candidatura independente, oper\u00e1ria e socialista.<\/p>\n<p>Unidade Internacional dos Trabalhadores \u2013 Quarta Internacional (UIT-QI)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Manifesto Internacional em apoio \u00e0 candidatura oper\u00e1ria de Orlando Chirino nas elei\u00e7\u00f5es de 07 de Ou | Site da UIT www.uit-ci.org No dia 7 de outubro se realizar\u00e3o as elei\u00e7\u00f5es presidenciais na Venezuela. 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