

	{"id":16560,"date":"2024-12-08T22:32:31","date_gmt":"2024-12-09T01:32:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/?p=16560"},"modified":"2024-12-08T22:32:31","modified_gmt":"2024-12-09T01:32:31","slug":"mobilizar-pelo-fim-da-escala-6x1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2024\/12\/08\/mobilizar-pelo-fim-da-escala-6x1\/","title":{"rendered":"Mobilizar pelo fim da escala 6&#215;1"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400;\"><em>Por Adriano Dias e B\u00e1rbara Sinedino &#8211; Coordena\u00e7\u00e3o Nacional da CST<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0A bandeira pela redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho ganhou bastante for\u00e7a nas \u00faltimas semanas, com o debate que se abriu sobre o fim da escala 6&#215;1. Movimento iniciado no final do ano passado pelo VAT (Vida Al\u00e9m do Trabalho) e Rick Azevedo (hoje vereador eleito no Rio de Janeiro pelo PSOL), atrav\u00e9s de um abaixo-assinado, que j\u00e1 conta com quase 3 milh\u00f5es de assinaturas de trabalhadores do com\u00e9rcio, servi\u00e7os e o conjunto da classe trabalhadora.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0A enorme repercuss\u00e3o do tema nas redes sociais e posteriormente na imprensa ocorreu tamb\u00e9m pela den\u00fancia de que v\u00e1rios parlamentares se negaram a assinar a PEC da deputada Erika Hilton\/PSOL-SP, que acaba com a escala 6X1 e reduz a jornada de trabalho para 36 horas semanais. Sem assinaturas suficientes a PEC n\u00e3o poderia tramitar no Congresso Nacional (para apresentar uma PEC s\u00e3o necess\u00e1rias 171 assinaturas). Isso gerou uma campanha de press\u00e3o sobre os parlamentares e a divulga\u00e7\u00e3o dos nomes de quem ainda n\u00e3o tinha assinado. A press\u00e3o fez efeito e a PEC j\u00e1 ultrapassou 200 assinaturas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0O grande apoio e rea\u00e7\u00e3o ao projeto de forma positiva expressa um sentimento de \u201cbasta!\u201d a esse sistema de explora\u00e7\u00e3o que n\u00e3o s\u00f3 alonga a jornada como ainda paga os piores sal\u00e1rios. \u00c9 tamb\u00e9m uma reivindica\u00e7\u00e3o que recupera uma bandeira hist\u00f3rica e internacional da classe trabalhadora. Algo que no Brasil foi popular nos anos 1980, atrav\u00e9s das greves oper\u00e1rias, na funda\u00e7\u00e3o da CUT. Depois foi relegada a segundo plano e abandonada pelas maiores centrais e sindicatos do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>A escala 6&#215;1 \u00e9 o lado mais cruel da explora\u00e7\u00e3o capitalista<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0A escala explorat\u00f3ria do 6&#215;1 \u00e9 algo que afeta muito os trabalhadores mais jovens, mulheres e negros, pois s\u00e3o a maioria do contingente que trabalha nessa escala. Infelizmente, \u00e9 muito comum os patr\u00f5es imporem escalas maiores de trabalho, como, por exemplo, 14 ou at\u00e9 20 dias sem folga, utilizando para isso a amea\u00e7a de demiss\u00e3o atrav\u00e9s da pr\u00e1tica do ass\u00e9dio moral. N\u00e3o s\u00e3o poucas as den\u00fancias sobre as irregularidades na escala de quem exerce atividades no regime 6&#215;1.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0O fim da escala 6&#215;1, da reforma trabalhista e a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho s\u00e3o uma necessidade diante da grande explora\u00e7\u00e3o que vive a classe trabalhadora, principalmente nos servi\u00e7os mais precarizados. E a luta por sua implementa\u00e7\u00e3o tem que estar conectada com a bandeira da revoga\u00e7\u00e3o das contrarreformas trabalhista e previdenci\u00e1ria e da lei das terceiriza\u00e7\u00f5es. Todas medidas que aprofundam a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho, dificultam a aposentadoria e pioram as rela\u00e7\u00f5es de trabalho.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>A regulamenta\u00e7\u00e3o de Lula-Alckmin n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0O governo Lula-Alckmin, por representar empres\u00e1rios e multinacionais, n\u00e3o tem interesse no fim da escala 6&#215;1 e na redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho. O governo da frente ampla liderado pelo PT n\u00e3o revogou a reforma trabalhista, a terceiriza\u00e7\u00e3o de Temer\/MDB e a reforma da previd\u00eancia de Bolsonaro. E as dire\u00e7\u00f5es das centrais sindicais e movimentos que o apoiam (dire\u00e7\u00f5es da CUT, CTB, For\u00e7a, MTST) n\u00e3o organizam suas bases por essas reivindica\u00e7\u00f5es para n\u00e3o se chocar com o governo e os patr\u00f5es. E, por isso, PT, PCdoB e PSOL fazem corpo mole ao redor da pauta, se negando a convocar massivamente para as ruas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0A postura do Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, um ex-metal\u00fargico e sindicalista, foi absurda. Ele prop\u00f4s inicialmente que toda a regulamenta\u00e7\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o da jornada ficasse na m\u00e3o da patronal via acordo coletivo de trabalho, isentando o governo de qualquer posi\u00e7\u00e3o. Depois, vendo a repercuss\u00e3o negativa da sua declara\u00e7\u00e3o, disse que \u201co governo federal tem grande simpatia pelo tema\u201d, mas manteve o discurso de que a redu\u00e7\u00e3o de jornada de setores espec\u00edficos da economia deve ser discutida em mesas de negocia\u00e7\u00e3o. O m\u00e1ximo que Lula falou foi que eram necess\u00e1rias \u201cjornadas mais equilibradas\u201d, sem se comprometer com apoio integral \u00e0 PEC.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0O que temos que entender \u00e9 que na disputa entre trabalhadores e empres\u00e1rios n\u00e3o h\u00e1 meio-termo. Quem n\u00e3o est\u00e1 com a classe trabalhadora est\u00e1 com os patr\u00f5es e as multinacionais. Por isso n\u00e3o podemos confiar que a direita possa votar a favor desse projeto, porque as representa\u00e7\u00f5es patronais est\u00e3o fincadas nesses partidos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Batalhar pela mobiliza\u00e7\u00e3o unificada<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00c9 necess\u00e1ria uma luta unificada para impor o fim da escala 6&#215;1 e a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho. Depois do forte ato nacional ocorrido no dia 15\/11 \u00e9 fundamental dar continuidade \u00e0s mobiliza\u00e7\u00f5es. O que necessitamos \u00e9 de uma jornada unificada de lutas. Devemos nos apoiar no movimento ambiental ou greves como a educa\u00e7\u00e3o do RJ, para unificar todos os que querem lutar e batalhar nos sindicatos, federa\u00e7\u00f5es e confedera\u00e7\u00f5es sindicais, para que a dire\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria da CUT, CTB, For\u00e7a e UGT convoquem assembleias e se somem a essa luta.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Essa pauta s\u00f3 pode sair vitoriosa com a mobiliza\u00e7\u00e3o das trabalhadoras e dos trabalhadores. Por isso, exigimos das grandes centrais sindicais, como CUT e CTB, um plano de luta que unifique o conjunto do movimento sindical e sirva de apoio ao movimento VAT, fortalecendo em cada base a bandeira da redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho sem redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rio, organizando mobiliza\u00e7\u00f5es em todo o pa\u00eds para, atrav\u00e9s da luta, acabar de vez com a escala 6&#215;1.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pelo fim da escala 6&#215;1! Pela redu\u00e7\u00e3o da jornada para 36h semanais, sem redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rios!<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pela continuidade do calend\u00e1rio de luta!<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Revoga\u00e7\u00e3o da reforma trabalhista, da terceiriza\u00e7\u00e3o e da reforma da previd\u00eancia!<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Por mais verbas para sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o para o pagamento da d\u00edvida aos banqueiros!<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pela taxa\u00e7\u00e3o das grandes fortunas!<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Reduzir a jornada n\u00e3o vai quebrar o pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O fim da escala 6&#215;1 incomoda os patr\u00f5es, a burguesia e a extrema direita, pois eles est\u00e3o preocupados com os seus lucros e seus privil\u00e9gios, e n\u00e3o com a sa\u00fade mental, f\u00edsica e nem com a qualidade de vida da classe trabalhadora. Por isso, ao se depararem com uma pauta para ampliar direitos de trabalhadores, empres\u00e1rios como o bolsonarista Luciano Hang, dono da Havan, e lideran\u00e7as de entidades patronais como FIESP e FIRJAN demonstram \u201cpreocupa\u00e7\u00f5es\u201d e argumentos mentirosos de que ampliar direitos dos trabalhadores vai falir o pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O presidente do Banco Central, Campos Neto, tamb\u00e9m argumentou de forma a tentar aterrorizar a classe trabalhadora, ao dizer que o projeto \u201cvai aumentar o custo do trabalho e elevar a informalidade\u201d. Os parlamentares da extrema direita, como Nikolas Ferreira (PL-MG), S\u00f3stenes Cavalcante (PL-RJ), dentre outros, se recusaram a assinar a PEC. Todos que argumentam acima, s\u00e3o setores patronais ou figuras que est\u00e3o diretamente envolvidas com os interesses dos patr\u00f5es e por isso os protegem.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho, al\u00e9m de proporcionar aumento na qualidade de vida das\/dos trabalhadora\/es, abre espa\u00e7o para ampliar a oferta de empregos e reduzir o desemprego. O que \u201cquebra\u201d o pa\u00eds \u00e9 a destina\u00e7\u00e3o da maior parte do or\u00e7amento para os banqueiros, atrav\u00e9s do mecanismo de pagamento da d\u00edvida p\u00fablica, s\u00e3o as isen\u00e7\u00f5es fiscais concedidas aos megaempres\u00e1rios e a aus\u00eancia de impostos para grandes fortunas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Os patr\u00f5es n\u00e3o est\u00e3o dispostos a renunciar seus privil\u00e9gios e seu objetivo permanente \u00e9 explorar cada vez mais a m\u00e3o de obra da classe trabalhadora, para aumentar seus lucros. Por isso, ao longo da Hist\u00f3ria, todas as vezes que as trabalhadoras e os trabalhadores se levantam para defender direitos, os patr\u00f5es argumentam que a economia ser\u00e1 prejudicada, quando, na verdade, apenas uma minoria teria redu\u00e7\u00e3o em um pouco de seus lucros, para aumentar a qualidade de vida e os direitos da imensa maioria da popula\u00e7\u00e3o trabalhadora. Foi assim com o 13\u00ba sal\u00e1rio, com a amplia\u00e7\u00e3o do direito de f\u00e9rias e com o fim da escala 6&#215;1 n\u00e3o \u00e9 diferente.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">N\u00f3s, da CST, alertamos que o sistema capitalista prev\u00ea e se sustenta atrav\u00e9s das desigualdades de classe. Ent\u00e3o, enquanto lutamos pela amplia\u00e7\u00e3o dos direitos das e dos trabalhadores, tamb\u00e9m levantamos as bandeiras para que as trabalhadoras tomem o controle da produ\u00e7\u00e3o e o poder pol\u00edtico, e assim possamos construir uma sociedade governada pelas trabalhadoras e pelos trabalhadores, sem patr\u00f5es, por um Brasil e um mundo socialistas, livres de explora\u00e7\u00e3o e que a riqueza produzida seja distribu\u00edda igualmente entre todos os que trabalham.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<h3 style=\"font-weight: 400;\"><strong>Derrotar os planos de ajuste do G20<\/strong><\/h3>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong><br \/>\n<\/strong><em>Por Bruno da Rosa \u2013 Coordena\u00e7\u00e3o nacional da CST<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">Nos dias 18 e 19\/11, no Estado do Rio de Janeiro, aconteceu o encontro do G20, que re\u00fane os pa\u00edses imperialistas ricos e as semicol\u00f4nias para supostamente debater a situa\u00e7\u00e3o do meio ambiente e a coopera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica internacional. Essa reuni\u00e3o acontece anualmente e as economias capitalistas preparam seus planos de austeridade, arrocho salarial e jornadas excessivas de trabalho em n\u00edvel mundial, empurrando para a fome mais de 700 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Os pa\u00edses ricos, como EUA, Fran\u00e7a e Reino Unido, s\u00e3o os respons\u00e1veis pelo fornecimento de armamento e dinheiro ao Estado nazi-sionista de Israel. Na resolu\u00e7\u00e3o apresentada pelo G20 os pa\u00edses passaram pano para o governo genocida de Israel. E eles s\u00e3o os verdadeiros respons\u00e1veis pela cat\u00e1strofe ambiental capitalista.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Atrav\u00e9s de seus organismos internacionais, FMI e Banco Mundial, t\u00eam como objetivo ampliar a pol\u00edtica de austeridade e de planos de ajustes em n\u00edvel mundial, colocando a conta da crise nas costas da classe trabalhadora, da juventude e dos mais pobres.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Novo plano de cortes nas \u00e1reas sociais<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O governo Lula\/Alckmin prepara mais um ataque atrav\u00e9s do Arcabou\u00e7o Fiscal: corte de verbas nas \u00e1reas sociais, redu\u00e7\u00e3o da multa de 40% no caso de demiss\u00e3o sem justa causa, corte no BPC (benef\u00edcio de presta\u00e7\u00e3o continuada) e reforma administrativa do servi\u00e7o p\u00fablico federal para garantir o pagamento da d\u00edvida p\u00fablica aos banqueiros, na contram\u00e3o das necessidades da classe trabalhadora, da juventude e dos mais pobres.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">No m\u00eas de novembro aconteceram no Brasil importantes lutas. Atos contra o G20, contra a escala 6&#215;1 e o 20N denunciando as chacinas policiais. Estas mobiliza\u00e7\u00f5es mostram que existe disposi\u00e7\u00e3o da classe para lutar contra os planos de ajuste. Nas categorias \u00e9 preciso conectar a luta anti-imperialista e anticapitalista com as reivindica\u00e7\u00f5es mais sentidas e fortalecer as lutas em curso de forma independente.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pela continuidade dos protestos de rua<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Infelizmente as principais dire\u00e7\u00f5es do movimento, como CUT, CTB e MST, fazem corpo mole e n\u00e3o organizam a luta unificada. Desta forma fortaleceram a realiza\u00e7\u00e3o do G20 \u201csocial\u201d, que foi uma orienta\u00e7\u00e3o do governo para impedir protestos de rua que denunciassem o car\u00e1ter imperialista do G20 e o Arcabou\u00e7o Fiscal. No entanto, houve atos nas principais capitais e no Rio de Janeiro uma forte mobiliza\u00e7\u00e3o marchou sob chuva denunciando o genoc\u00eddio na Palestina e a presen\u00e7a dos imperialismos no Brasil. \u00c9 necess\u00e1rio continuar na rua fortalecendo os calend\u00e1rios de luta. Desde j\u00e1, construir o 29N em apoio e solidariedade ao povo palestino e continuar batalhando e exigindo das centrais sindicais e dire\u00e7\u00f5es dos movimentos a constru\u00e7\u00e3o de jornadas unificadas contra o Arcabou\u00e7o Fiscal do governo Lula.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Adriano Dias e B\u00e1rbara Sinedino &#8211; Coordena\u00e7\u00e3o Nacional da CST \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0A bandeira pela redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho ganhou bastante for\u00e7a nas \u00faltimas semanas, com o debate que se abriu sobre o fim da escala 6&#215;1. 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