

	{"id":16691,"date":"2025-01-13T20:39:40","date_gmt":"2025-01-13T23:39:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/?p=16691"},"modified":"2025-01-13T20:39:40","modified_gmt":"2025-01-13T23:39:40","slug":"a-fracao-trotskista-nao-celebra-a-queda-da-ditadura-de-al-assad","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2025\/01\/13\/a-fracao-trotskista-nao-celebra-a-queda-da-ditadura-de-al-assad\/","title":{"rendered":"A Fra\u00e7\u00e3o Trotskista n\u00e3o celebra a queda da ditadura de al-Assad"},"content":{"rendered":"<p><em>Publicamos a seguir o artigo escrito por Cristina Mas e Josep Llu\u00eds del Alc\u00e1zar, da dire\u00e7\u00e3o da Lucha Internacionalista (LI), se\u00e7\u00e3o da Unidade Internacional de Trabalhadoras e Trabalhadores \u2013 Quarta Internacional (UIT-QI) do Estado espanhol. O presente artigo \u00e9 uma resposta pol\u00edtica e uma contribui\u00e7\u00e3o ao debate sobre as posi\u00e7\u00f5es da Fra\u00e7\u00e3o Trotskista (FT) \u2013 organiza\u00e7\u00e3o que tem como refer\u00eancia a p\u00e1gina web \u201cLa Izquierda Diario\u201d \u2013 acerca da luta de classes na S\u00edria e a queda de Bashar al-Assad, a partir da declara\u00e7\u00e3o publicada em 14 de dezembro.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Caiu al-Assad, um criminoso sanguin\u00e1rio, que comandava \u201cum regime odiado pelas massas da regi\u00e3o\u201d, segundo a Fra\u00e7\u00e3o Trotskista (FT) [1]. Foram libertados milhares de presos pol\u00edticos, que lotavam as pris\u00f5es de tortura e morte. Dezenas de milhares de s\u00edrios foram \u00e0s ruas para celebrar a queda do ditador, no ex\u00edlio ou em casa, do noroeste curdo ao sul druso, passando por Hama, Homs e Damasco. A FT escreve: \u201cEntendemos a alegria deles pela queda de um regime odiado e a esperan\u00e7a de retornar para casa, para desfrutar da liberta\u00e7\u00e3o, embora infelizmente n\u00e3o possamos compartilh\u00e1-la, dado que as for\u00e7as que derrubaram Assad tamb\u00e9m s\u00e3o profundamente reacion\u00e1rias. Sua vit\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 um bom press\u00e1gio para a maioria da popula\u00e7\u00e3o s\u00edria, dizimada e dilacerada ap\u00f3s 13 anos de uma terr\u00edvel guerra civil e sucessivas interven\u00e7\u00f5es imperialistas.\u201d<\/p>\n<p>Qual \u00e9 a primeira conclus\u00e3o, se a queda de Assad e a vit\u00f3ria de uma combina\u00e7\u00e3o de for\u00e7as rebeldes \u201cn\u00e3o pressagia nada de bom\u201d, a ponto de impedir uma for\u00e7a revolucion\u00e1ria de celebrar a queda de um ditador brutal e sanguin\u00e1rio? A S\u00edria estava melhor sob o comando do ditador sanguin\u00e1rio? Como n\u00e3o compartilhar a alegria do povo s\u00edrio pela queda do tirano? E tamb\u00e9m \u00e9 insuport\u00e1vel o tom paternalista e profundamente colonial de \u201ccompreender\u201d, mas \u201cn\u00e3o compartilhar\u201d. O povo s\u00edrio n\u00e3o sabe ou n\u00e3o entende o que est\u00e1 acontecendo? O povo s\u00edrio foi \u00e0s ruas, libertou milhares de prisioneiros. Milhares de pessoas voltaram correndo do ex\u00edlio, buscando recuperar as vidas que o regime e os imperialistas roubaram delas.<\/p>\n<p>Os jovens, a classe trabalhadora, os camponeses, as mulheres e o povo da S\u00edria est\u00e3o enfrentando, exaustos, uma montanha de dificuldades e desafios. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que \u201co futuro da S\u00edria \u00e9 totalmente incerto\u201d. Come\u00e7ando pela Turquia, Israel, EUA, Ar\u00e1bia Saudita, Catar\u2026 que tentar\u00e3o apoiar o novo governo, para retomar o controle. H\u00e1 uma corrida contra o tempo entre as novas autoridades, que tentam mudar tudo sem mudar nada, e as pessoas, que protagonizaram a her\u00f3ica revolu\u00e7\u00e3o h\u00e1 14 anos e foram afogadas em sangue. Seria de se esperar de um partido revolucion\u00e1rio que se esfor\u00e7asse ao m\u00e1ximo para identificar a for\u00e7as oper\u00e1rias e populares que podem ser o motor da mudan\u00e7a; localizar as organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas que, desde uma perspectiva de esquerda, lutaram ao lado da revolu\u00e7\u00e3o pela queda do regime; e lan\u00e7asse uma campanha de luta e solidariedade ao povo s\u00edrio.<\/p>\n<p>Mas essa atitude \u00e9 imposs\u00edvel para quem que n\u00e3o v\u00ea na nova situa\u00e7\u00e3o uma oportunidade para as massas. Para quem n\u00e3o est\u00e1 disposto a celebrar a queda de um regime brutal e a liberta\u00e7\u00e3o de milhares de pessoas torturadas das pris\u00f5es. Para quem, durante os 14 anos de luta do povo s\u00edrio \u2013 mesmo no per\u00edodo que agora reconhece como revolucion\u00e1rio \u2013 n\u00e3o foi \u00e0s ruas para tentar organizar a solidariedade com luta. Temos uma diferen\u00e7a pol\u00edtica e metodol\u00f3gica com os camaradas da FT. Eles est\u00e3o esperando para ver se suas previs\u00f5es se concretizar\u00e3o, como comentaristas de geopol\u00edtica global. N\u00f3s fomos, durante esses 14 anos, solid\u00e1rios com o povo s\u00edrio, tanto nas vit\u00f3rias quanto nas derrotas. Hoje celebramos. E lutaremos com o povo s\u00edrio para impedir que algu\u00e9m roube dele essa alegria leg\u00edtima.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre as dire\u00e7\u00f5es do movimento rebelde<\/strong><\/p>\n<p>Compartilhamos a caracteriza\u00e7\u00e3o do HTS como uma for\u00e7a burguesa, isl\u00e2mica \u2013 mais precisamente sharista \u2013 e reacion\u00e1ria. O Hamas, que celebrou de imediato a queda do regime s\u00edrio e mant\u00e9m rela\u00e7\u00f5es com o HTS, tamb\u00e9m \u00e9 e isso n\u00e3o nos impediu de apoiar com toda a for\u00e7a o povo palestino. O mesmo acontece com o Hezbollah, que defendemos em sua luta, ao lado do povo liban\u00eas, contra a invas\u00e3o israelense, ao mesmo tempo em que denunciamos o seu papel criminoso na repress\u00e3o \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o s\u00edria.<\/p>\n<p>Nunca julgamos os povos por suas dire\u00e7\u00f5es. Por\u00e9m, no caso da S\u00edria, ainda n\u00e3o est\u00e1 definido que o HTS \u00e9 a dire\u00e7\u00e3o do povo s\u00edrio. Tais partidos s\u00e3o organiza\u00e7\u00f5es burgueses isl\u00e2micas reacion\u00e1rias. No entanto, no atual momento hist\u00f3rico, eles aparecem aos olhos das massas palestinas, libanesas e s\u00edrias como s\u00edmbolos de liberta\u00e7\u00e3o. Portanto, sem depositar a menor confian\u00e7a em suas dire\u00e7\u00f5es, estamos com a resist\u00eancia palestina e libanesa \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o israelense, assim como estivemos com a luta do povo s\u00edrio para derrubar al-Assad.<\/p>\n<p>Compartilhamos as cr\u00edticas \u00e0 dire\u00e7\u00e3o curda e \u00e0 sua depend\u00eancia pol\u00edtica da estrat\u00e9gia dos EUA. Por\u00e9m, fazemos isso com uma ressalva: n\u00e3o criticamos de forma alguma a obten\u00e7\u00e3o de armas estadunidenses pelo YPG, mas a sua colabora\u00e7\u00e3o direta com as tropas norte-americanas estacionadas na S\u00edria e a sua depend\u00eancia pol\u00edtica. No entanto, essa caracteriza\u00e7\u00e3o da dire\u00e7\u00e3o n\u00e3o impede nosso apoio ao povo curdo, diante da opress\u00e3o da Turquia e das for\u00e7as do Ex\u00e9rcito Nacional S\u00edrio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre os blocos ou campos e a luta palestina<\/strong><\/p>\n<p>A queda de Assad efetivamente enfraqueceu a influ\u00eancia da R\u00fassia, do Ir\u00e3 e da China. A FT acredita, portanto, que favoreceu a Turquia, os EUA e Israel. Por\u00e9m, onde est\u00e3o as massas s\u00edrias, que sa\u00edram \u00e0s ruas? A FT n\u00e3o lhes atribui nenhum papel. Por isso \u2013 e embora alegue criticar a pol\u00edtica de blocos \u2013, na verdade, sucumbe ao campismo e \u00e0 paralisia.<\/p>\n<p>Lemos na declara\u00e7\u00e3o da FT: \u201cAlguns hoje apresentam a queda de al-Assad por conta da a\u00e7\u00e3o de mil\u00edcias jihadistas e pr\u00f3-turcas, com a aprova\u00e7\u00e3o dos EUA e de Israel, como o resultado de uma \u2018revolu\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica triunfante\u2019\u201d. \u201cNetanyahu v\u00ea a queda de Assad como uma express\u00e3o de fraqueza por parte do Hezbollah e do Ir\u00e3 e, portanto, como uma oportunidade para desenvolver o projeto de cria\u00e7\u00e3o da \u2018grande Israel\u2019\u201d.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a queda de Assad conta com a aprova\u00e7\u00e3o de Israel e favorece seu projeto de expans\u00e3o? Se fosse assim, ser\u00edamos contra a queda de Assad. Por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 o caso. A queda de al-Assad foi o resultado adiado da revolu\u00e7\u00e3o de 2011 e representa um avan\u00e7o. Se Israel ataca a S\u00edria, n\u00e3o \u00e9 porque esteja agora numa melhor posi\u00e7\u00e3o para avan\u00e7ar no projeto da \u201cgrande Israel\u201d, mas porque com a queda do regime \u2013 que durante 50 anos garantiu a frente nordeste sem qualquer amea\u00e7a ao Estado sionista \u2013 o arsenal s\u00edrio pode cair nas m\u00e3os de seus inimigos. Israel sabia que os complexos militares e as f\u00e1bricas de armas qu\u00edmicas, que est\u00e3o sendo atacados hoje, n\u00e3o representavam um perigo nas m\u00e3os de Assad. E \u00e9 por isso que agora est\u00e1 destruindo-os.<\/p>\n<p>A queda do regime de al-Assad tem muitos elementos em comum com o acontecido em 7 de outubro. A a\u00e7\u00e3o armada do Hamas desencadeou uma brutal ofensiva israelense, mas, ao mesmo tempo, abriu uma oportunidade hist\u00f3rica para a luta do povo palestino, com Israel mais desafiado do que nunca. O resultado ainda n\u00e3o foi escrito. O mesmo vale para a queda de Assad.<\/p>\n<p>Presa, mesmo que n\u00e3o queira, na l\u00f3gica dos blocos ou campos, a FT escreve sobre o regime reacion\u00e1rio iraniano: \u201c\u00c9 um regime enfraquecido, que se tornou bastante impopular e internamente dividido\u201d. Bastante impopular? O termo \u00e9 um insulto. \u00c9 um regime criminoso, que reprimiu o movimento \u201cMulher, Vida e Liberdade\u201d com sangue e fogo. Que, aproveitando-se das amea\u00e7as e provoca\u00e7\u00f5es de Israel, acelerou as execu\u00e7\u00f5es sum\u00e1rias de ativistas (651 somente nos primeiros dez meses de 2024). Estivemos com o movimento de mulheres, dos povos, construindo a solidariedade internacional. Ao seguir com seu jogo de xadrez geopol\u00edtico, esquecem tamb\u00e9m o povo do Ir\u00e3 e sua luta para derrubar a ditadura teocr\u00e1tica.<\/p>\n<p>A FT faz a mesma coisa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Ucr\u00e2nia: \u201cDiante da guerra na Ucr\u00e2nia, setores reformistas como o Die Linke, e at\u00e9 mesmo organiza\u00e7\u00f5es menores como a LIT e a UIT-QI, alinharam-se ao campo da OTAN e ao ex\u00e9rcito de Zelensky.\u201d \u201cA guerra na Ucr\u00e2nia exacerbou o militarismo e os confrontos entre grandes pot\u00eancias. Os imperialismos ocidentais da OTAN t\u00eam agido por procura\u00e7\u00e3o, apoiando o ex\u00e9rcito ucraniano no confronto com a R\u00fassia, que tem o apoio do Ir\u00e3, da China e da Coreia do Norte.\u201d A FT, que quer fugir da an\u00e1lise calcada em blocos ou campos, acabou adotando um dos principais argumentos de Putin, que, negando a na\u00e7\u00e3o ucraniana, afirma que est\u00e1 diante do imperialismo e da OTAN. O que diz o povo ucraniano, os trabalhadores e suas organiza\u00e7\u00f5es? Ele n\u00e3o est\u00e1 l\u00e1, n\u00e3o t\u00eam opini\u00e3o, \u00e9 apenas instrumento e v\u00edtima? Ele tem o direito de rejeitar a invas\u00e3o? Afirmamos que o povo ucraniano partiu para o enfrentamento \u00e0 invas\u00e3o russa e se organizou em massa na Defesa Territorial. E que este foi um fator decisivo para que o ataque de Putin n\u00e3o terminasse em tr\u00eas dias, com a queda do governo e a sua substitui\u00e7\u00e3o por um fantoche de Moscou. \u00c9 por isso que estamos com o povo e suas organiza\u00e7\u00f5es de classe, sem depositar nenhuma confian\u00e7a no neoliberal e atlantista Zelensky e sem apoiar a OTAN. Assim como apoiamos o povo curdo contra a agress\u00e3o turca, sem nos alinharmos com o campo dos EUA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A prop\u00f3sito da revolu\u00e7\u00e3o de 2011<\/strong><\/p>\n<p>Em 2011, eclodiu uma revolu\u00e7\u00e3o, com grandes manifesta\u00e7\u00f5es exigindo a queda do regime e com a constru\u00e7\u00e3o de dezenas de organismos de duplo poder, os comit\u00eas de coordena\u00e7\u00e3o, que lutavam para derrubar o governo e decidiam como gerir a vida quotidiana. Isso tamb\u00e9m aconteceu no territ\u00f3rio curdo, mas de outra forma. Estivemos com eles, com a esquerda s\u00edria e curda envolvida na revolu\u00e7\u00e3o, debatendo e apoiando.<\/p>\n<p>A declara\u00e7\u00e3o da FT afirma que em 2011 houve \u201cmobiliza\u00e7\u00f5es massivas\u201d, uma \u201cprofunda revolta popular\u201d, e completa: \u201cA repress\u00e3o violenta de Assad e a interfer\u00eancia de pot\u00eancias regionais, como a Turquia, e v\u00e1rias pot\u00eancias imperialistas levaram \u00e0 militariza\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia. Esse processo minou o seu car\u00e1ter aut\u00f4nomo e de massas, impediu a continuidade do processo revolucion\u00e1rio e deu poder aos movimentos reacion\u00e1rios e seus patrocinadores estrangeiros. Dessa forma, a Primavera S\u00edria foi derrotada, dando lugar a uma guerra civil reacion\u00e1ria em v\u00e1rias frentes, que se mostrou devastadora, deixando centenas de milhares de mortos e milh\u00f5es de deslocados e refugiados.\u201d O problema n\u00e3o foi a militariza\u00e7\u00e3o da revolu\u00e7\u00e3o. Diante da brutal repress\u00e3o do regime, o processo revolucion\u00e1rio teve que se armar, um passo necess\u00e1rio e leg\u00edtimo, que n\u00e3o alterou o seu car\u00e1ter. Por\u00e9m, a contrarrevolu\u00e7\u00e3o combinou a repress\u00e3o brutal do regime &#8211; apoiado pela R\u00fassia, Ir\u00e3 e Hezbollah &#8211; com o surgimento de for\u00e7as reacion\u00e1rias, apoiadas por EUA, Turquia e outros Estados \u00e1rabes. Cada um em busca de seus interesses espec\u00edficos. Os EUA para apoiar o governo p\u00f3s-ocupa\u00e7\u00e3o do Iraque, amea\u00e7ado pelo ISIS. A Turquia para tentar destruir as bases curdas do YPG.<\/p>\n<p>Entendemos que hoje, sem um envolvimento direto e uma campanha internacional de apoio \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o dos comit\u00eas de coordena\u00e7\u00e3o, que surgiram na revolu\u00e7\u00e3o de 2011, e \u00e0 esquerda s\u00edria, que esteve envolvida com a revolu\u00e7\u00e3o, qualquer programa ou declara\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica sobre uma S\u00edria socialista, como faz a FT, n\u00e3o passa de propagandismo e palavras vazias. Para quem acredita no internacionalismo e na import\u00e2ncia da solidariedade, n\u00e3o fazer nada tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de interven\u00e7\u00e3o, que deixa as for\u00e7as de esquerda lutando sozinhas. \u00c9 uma maneira de fazer com que seus progn\u00f3sticos pessimistas se tornem realidade.<\/p>\n<p><strong>Cristina Mas e Josep Llu\u00eds del Alc\u00e1zar<\/strong><\/p>\n<p>Originalmente publicado em 7 de janeiro de 2025 pela Lucha Internacionalista, se\u00e7\u00e3o espanhola da UIT-QI.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Notas:<\/strong><\/p>\n<p>[1] https:\/\/www.laizquierdadiario.com\/Siria-una-posicion-internacionalista-ante-la-caida-de-Al-Assad<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Publicamos a seguir o artigo escrito por Cristina Mas e Josep Llu\u00eds del Alc\u00e1zar, da dire\u00e7\u00e3o da Lucha Internacionalista (LI), se\u00e7\u00e3o da Unidade Internacional de Trabalhadoras e Trabalhadores \u2013 Quarta Internacional (UIT-QI) do Estado espanhol. O presente artigo \u00e9 uma resposta pol\u00edtica e uma contribui\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":16692,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-16691","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-internacional"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16691","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16691"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16691\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16692"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16691"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16691"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16691"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}