

	{"id":17618,"date":"2025-08-11T20:05:44","date_gmt":"2025-08-11T23:05:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/?p=17618"},"modified":"2025-08-15T18:00:51","modified_gmt":"2025-08-15T21:00:51","slug":"a-definicao-da-corrente-trotskista-morenista-para-o-brasil-texto-7","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2025\/08\/11\/a-definicao-da-corrente-trotskista-morenista-para-o-brasil-texto-7\/","title":{"rendered":"A defini\u00e7\u00e3o da corrente trotskista morenista para o Brasil (texto 7)"},"content":{"rendered":"<p><strong>Michel Oliveira e Claudia Gonzales, Coordena\u00e7\u00e3o da CST<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 um pa\u00eds oprimido e explorado fundamentalmente pelo imperialismo yankee, mas \u00e9 tamb\u00e9m explorado pelo Imperialismo Chin\u00eas ou pelo Europeu. Um pa\u00eds semicolonial, que pela via de pactos e tratados econ\u00f4micos, pol\u00edticos e diplom\u00e1ticos se submete aos imp\u00e9rios. Entre as maiores empresas que atuam aqui est\u00e3o multinacionais dos EUA, China ou Europa. Exemplos s\u00e3o as estadunidenses Cargil (com sede em Minnesota), e a Bunge (com sede em Nova Iorque) com peso no agroneg\u00f3cio brasileiro. Outro \u00e9 a empresa anglo-holandesa Shell no ramo dos combust\u00edveis, petr\u00f3leo e g\u00e1s. E a montadora alem\u00e3 Volkswagen. Entre a Chinesa podemos citar Huawei e Lenovo no setor de tecnologia ou China Three Gorges Corporation (CTG) e State Grid Corporation of China do setor de Energia e Infraestrutura.<\/p>\n<p>De fato, a maior explora\u00e7\u00e3o \u00e9 feita via o saque da d\u00edvida externa que consume trilh\u00f5es de reais, canalizado para o sistema financeiro imperialista. \u00c9 tamb\u00e9m explorado atrav\u00e9s da participa\u00e7\u00e3o de capital estrangeiro imperialista em empresas brasileiras como a Petrobras e Vale, ou bancos brasileiros como Ita\u00fa, al\u00e9m das empresas que possuem o capital aberto negociado nas Bolsas de valores de S\u00e3o Paulo e dos EUA.<\/p>\n<p>Porem. Ao mesmo tempo em que existe essa domina\u00e7\u00e3o e semi-coloniza\u00e7\u00e3o que imperialismo yankee ou Chines exercem sobre o Brasil, existe tamb\u00e9m uma domina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o que o Brasil exerce sobre outros pa\u00edses e economias menores, sobretudo na Am\u00e9rica latina. Ao logos dos \u00faltimos anos, empresas como Petrobras, Vale, JBS, Eletrobras ou Odebrecht, exploraram pa\u00edses como a Bol\u00edvia, se apropriaram do campo no Paraguai para produ\u00e7\u00e3o de soja e de parte significativa do mercado de carnes do Uruguai ou destru\u00edram florestas e atacaram povo ind\u00edgenas no Equador e Peru para constru\u00e7\u00e3o de Hidrel\u00e9tricas e empreendimento petrol\u00edferos. Ent\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o a esses pa\u00edses e economias menores, o Brasil e suas empresas exercem uma domina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desse fen\u00f4meno complexo surge a necessidade de definir o Brasil como uma pa\u00eds semicolonial e ao mesmo tempo um subimperialismo ou submetr\u00f3pole. Desse processo derivam tarefas pol\u00edticas concretas: lutar contra imp\u00e9rio yankee, Chines, europeu, ou Russo que nos exploram e nos saqueiam e ao mesmo tempo lutar contra a opress\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o que o Brasil e suas empresas exercem em outros pa\u00edses e economias menores da am\u00e9rica latina.<\/p>\n<p>Por contas dos debates em andamento ap\u00f3s o \u00faltimo f\u00f3rum dos BRICS, vamos retomar algumas defini\u00e7\u00f5es acerca do Brasil feitas pela corrente trotskista morenista desde os anos 60 que ainda hoje mantem sua vitalidade.<\/p>\n<p><strong>Brasil: \u201cSubmetr\u00f3pole a servi\u00e7o do imperialismo yankee na Am\u00e9rica latina\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 60, nosso continente estava sob impacto da Revolu\u00e7\u00e3o Cubana e do outro lado oceano a luta anticolonial estava em curso na \u00c1frica. \u00c9 o momento em que o imperialismo estadunidense adota uma pol\u00edtica mais agressiva e dura em rela\u00e7\u00e3o a am\u00e9rica latina, visando melhor dominar sua zona de explora\u00e7\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o por excel\u00eancia. O\u00a0<strong>documento Latinoamericano do PRT<\/strong>\u00a0de 1967, na parte\u00a0<em>\u201cEl Imperialismo yanqui e la conquista de latinoamerica<\/em>\u201d, caracteriza que ap\u00f3s a posse do governo Johnson a pol\u00edtica dos EUA mudou<em>\u00a0\u201ctanto no terreno social-econ\u00f4mico como no pol\u00edtico-militar. No lugar do acordo ou a poss\u00edvel negocia\u00e7\u00e3o com as dire\u00e7\u00f5es burguesas, pequeno-burguesas ou reformistas do movimento de massas tem optado pela interven\u00e7\u00e3o militar direta frente ao menor perigo de desenvolvimento revolucion\u00e1rio&#8230;\u201d<\/em>\u00a0(<strong>II congresso, 1967).\u00a0<\/strong>E mais adiante, define o Brasil como um subimperialismo:\u00a0<em>\u201cEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia, parecia que se inclinava por um acordo com os setores latifundi\u00e1rios ou exportadores das burguesias latino-americanas (propriet\u00e1rios de terras brasileiros e argentinos, mineiros chilenos e fabricantes peruanos de farinha de pescado, etc.) com base na divis\u00e3o do trabalho dentro do mercado mundial, abandonando os programas de investimento e acordos com a burguesia industrial. Dentro desta perspectiva entraria o mercado comum latino-americano (ALAIC), o que significaria transferir a divis\u00e3o aos diferentes pa\u00edses. Brasil, M\u00e9xico seriam, principalmente, as submetr\u00f3poles industriais do imperialismo ianque, os \u00fanicos pa\u00edses aos quais se permitiria grande desenvolvimento industrial dentro do mercado comum\u201d<\/em>. (idem). E ao final:\u00a0<em>\u201cBRASIL \u00e9 hoje em dia a submetropole a servi\u00e7o do imperialismo yankee na Am\u00e9rica latina\u201d<\/em>\u00a0(idem).<\/p>\n<p>N\u00e3o se tratava de um debate acad\u00eamico. Foi uma arma\u00e7\u00e3o conectada a necessidade de construir nossa internacional. O pr\u00f3prio documento insiste de que no Brasil devemos batalhar \u201c<em>pela organiza\u00e7\u00e3o de um partido marxista revolucion\u00e1rio, sem cair em propostas centristas. Pelo contr\u00e1rio, hoje mais do que nunca se imp\u00f5e lograr a exist\u00eancia de um pequeno, ainda que s\u00f3lido partido trotskista que aplique essa linha\u201d<\/em>\u00a0(idem).<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo a burguesia no Brasil est\u00e1 em meio a disputas e numa acelerada integra\u00e7\u00e3o a domina\u00e7\u00e3o yankee, pois desde a segunda guerra ocorre um processo de industrializa\u00e7\u00e3o sob a base dos interesses estadunidenses, elevando o endividamento externo, em meio a um forte ascenso oper\u00e1rio e popular. E a solu\u00e7\u00e3o para o conflito no interior da pr\u00f3pria burguesia adv\u00e9m pela via do golpe militar de 64. De acordo com os trotskistas da Liga Oper\u00e1ria \u00e9 centralmente no governo ditatorial de M\u00e9dici, fortalecido pela derrota do movimento de massas em 1968, que a ditadura pode acelerar o crescimento econ\u00f4mico baseado numa superexplora\u00e7\u00e3o da classe operaria e do ingresso de investimento externo direto: \u201c<em>M\u00e9dice reorienta a pol\u00edtica at\u00e9 um fortalecimento do capitalismo financeiro e at\u00e9 a busca de mercados externos&#8230; O crescimento econ\u00f4mico se baseia fundamentalmente no investimento do exterior e no do Estado&#8230; O Estado se encarrega das obras de infraestrutura e dos investimentos mais caros. Quer dizer se estabelece um acordo solid\u00e1rio entre o capitalismo internacional, predominantemente norte-americano e o Estado brasileiro, pelo qual ambos participam conjuntamente do investimento e produ\u00e7\u00e3o nos principais setores din\u00e2micos da economia<\/em>\u201d\u00a0<strong>(Revista da Am\u00e9rica n 13, 1974).<\/strong><\/p>\n<p>Essa defini\u00e7\u00e3o foi importante pois desse modo se pode compreender a eleva\u00e7\u00e3o do papel submetropolitano ou subimperialista do Brasil em nosso continente. O que significou atua\u00e7\u00f5es sobre o Paraguaia via a Usina Hidrel\u00e9trica de Itaipu e mesmo atua\u00e7\u00e3o no golpe de estado da Bol\u00edvia para melhor servir ao imperialismo yankee e ao mesmo tempo manter sua domina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o nesse pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>A burguesia brasileira \u00e9\u00a0<em>\u201csocia menor do imperialismo\u201d<\/em>\u00a0e\u00a0<em>\u201ccumpre o papel de submetr\u00f3pole, oprimindo outras burguesias menores\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Nos anos 80, no \u00e2mbito da LIT-QI, foi assim que a nossa corrente internacional definiu o Brasil, numa edi\u00e7\u00e3o de 1986 do Correo Internacional. Em um extenso documento analisando a hist\u00f3ria, economia e a luta de classes do Brasil, se define que\u00a0<em>\u201cEntre os pa\u00edses semicoloniais dominados pelo imperialismo h\u00e1 um grupo reduzido que mantem com ele rela\u00e7\u00f5es especiais. Correa do Sul, Taiwan, Singapura, M\u00e9xico, Argentina e Brasil tiveram um desenvolvimento industrial acelerado\u00a0&#8211; n\u00e3o necessariamente em \u00e9pocas e ritmos semelhantes \u2013 como parte da divis\u00e3o mundial do trabalho imperialista. Este crescimento teve no Brasil o nome de \u2018milagre econ\u00f4mico\u2019. Um milagre nada misterioso. Apoiada em uma superexplora\u00e7\u00e3o brutal dos trabalhadores e financiando pelos bancos yankees e europeus<\/em>\u201d (<strong>Correo Internacional, n\u00b016, 1986<\/strong>). A burguesia brasileira\u00a0<em>\u201cEst\u00e1 submetida ao imperialismo financeiramente \u2013 paga religiosamente os 12 milh\u00f5es de d\u00f3lares anuais de juros da d\u00edvida externa \u2013 e pelo controle do com\u00e9rcio exterior \u2013 a queda dos pre\u00e7os das mat\u00e9rias primas \u00e9 um exemplo. Muitas vezes produz com licen\u00e7as tecnol\u00f3gicas yankees ou europeias. In\u00fameros grandes burgueses est\u00e3o diretamente associados com empresas imperialistas&#8230; Porem essa burguesia tem interesses pr\u00f3prios. Cumpre um papel de submetr\u00f3pole, oprimindo a outras burguesias menores, como a paraguaia (com o acordo da hidrel\u00e9trica de Itaipu) ou a boliviana. A venda de avi\u00f5es para a for\u00e7a a\u00e9rea inglesa contra uma f\u00e1brica su\u00ed\u00e7a, o de tanques para Ar\u00e1bia saudita superando ingleses s\u00e3o exemplos disso. A exporta\u00e7\u00e3o de produtos sider\u00fargicos o de calcados aos EUA, gerando uma luta com setores da burguesa yankee, s\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es do mesmo<\/em>\u201d (idem). Nota-se uma coer\u00eancia de elabora\u00e7\u00e3o entre o que se falava nos anos 60 e 80, embora a \u00faltima formula\u00e7\u00e3o seja mais completa e profunda refletindo a pr\u00f3pria interven\u00e7\u00e3o da LIT-QI via a\u00a0Converg\u00eancia Socialista. \u00c9 importante destacar que essa elabora\u00e7\u00e3o fortaleceu o combate aos setores stalinistas e frente populistas. No mesmo documento afirma-se que\u00a0<em>\u201cA caracter\u00edstica desta burguesia nos\u00a0brinda uma resposta categ\u00f3rica ao stalinismo, que sempre defendeu alian\u00e7a com a burguesia nacional. Ela \u00e9 uma socia menor do imperialismo que tem interesses pr\u00f3prios e as vezes entre em disputa com empresas estrangeiras, por\u00e9m \u00e9 uma socia. E explora selvagemente a seus trabalhadores para garantir sua competitividade\u201d<\/em>\u00a0(idem).<\/p>\n<p>No governo Lula, ap\u00f3s a ditadura militar, foi um segundo grande momento do papel submetropolitano ou sub imperialista do Brasil. Os recursos estatais foram usados para favorecer a internacionaliza\u00e7\u00e3o e at\u00e9 mesmo a cria\u00e7\u00e3o de multinacionais brasileiras. Logicamente num outro contexto e n\u00e3o necessariamente do mesmo modo como ocorreu na ditadura militar.\u00a0\u00a0Nos anos Lula com o Brasil cumprindo um papel na divis\u00e3o internacional do trabalho com \u00eanfase no fornecimento de mat\u00e9rias-primas, centralmente para a China. De fato, hoje \u00e9 o principal pa\u00eds para onde se exportam produtos brasileiros, o que ampliou muito o peso do imperialismo Chin\u00eas na economia brasileira (at\u00e9 mesmo Bolsonaro teve de estabelecer di\u00e1logos com o governo Chin\u00eas).<\/p>\n<p>Nos anos petistas, sobretudo com o governo de Lula, as pol\u00edticas subimperialistas correram via da expans\u00e3o de multinacionais voltadas a minera\u00e7\u00e3o ou petr\u00f3leo como a Petrobras e Vale, o mercado das carnes como a JBS e a constru\u00e7\u00e3o civil como a Odebrecht (cuja imensa expans\u00e3o na Am\u00e9rica latina foi fonte de corrup\u00e7\u00e3o de distintos governos).<\/p>\n<p>O maior ou menor grau de submiss\u00e3o aos imperialismos ou de domina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o dos demais pa\u00edses latino americanos pode variar de acordo com a situa\u00e7\u00e3o da economia mundial, a conjuntura internacional e projetos de poder de plant\u00e3o: se mais vinculados diretamente aos EUA como Bolsonaro ou mais pr\u00f3ximos de uma rela\u00e7\u00e3o ampliada com todos os imperialismos como Lula. Mas de conjunto o car\u00e1ter de semicol\u00f4nia e subimperialismo ou submetr\u00f3pole se mantem. E a burguesia brasileira localizada num pa\u00eds semicolonial \u00e9\u00a0<em>socia menor dos imperialismos,\u00a0<\/em>buscando garantir seus\u00a0<em>pr\u00f3prios interesses de submetropole<\/em>, numa\u00a0<em>divis\u00e3o mundial do trabalho imperialista\u00a0<\/em>onde o Brasil atua centralmente para a exporta\u00e7\u00e3o de comodities.<\/p>\n<p><strong>Um governo da classe trabalhadora, sem patr\u00f5es, e um Brasil Socialista<\/strong><\/p>\n<p>Uma sa\u00edda profunda para a situa\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora brasileira e latino americana n\u00e3o vir\u00e1 das m\u00e3os dos governos capitalistas, comprometidos com as grandes empresas e as multinacionais e submetidos aos ditames dos imperialistas. Por isso, lutamos por um governo da classe trabalhadora, sem patr\u00f5es, e um Brasil Socialista, que rompa com o capitalismo e a explora\u00e7\u00e3o imperialista, aplique medidas profundas para deter a crise social e ambiental em que vivemos.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, vimos como as multinacionais e grandes empresas capitalistas atuam em toda a Am\u00e9rica Latina de forma coordenada, comandada pelos governos de carne e osso em cada pa\u00eds. E no caso do Brasil que a burguesia exerce um papel nefasto de explora\u00e7\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o em nosso continente.<\/p>\n<p>Para enfrentar esse processo, exigimos das principais centrais (como a CUT no Brasil e a COB boliviana) e movimentos sociais (como a CONAIE no Equador e CONFECH no Chile) um f\u00f3rum continental e um plano de luta comum. Para unificar cada uma das batalhas que est\u00e3o em curso e que n\u00f3s, da UIT-QI, somos parte em cada pa\u00eds onde atuamos. \u00c9 preciso enfrentar as multinacionais, o pagamento da d\u00edvida externa, as grandes empresas e os governos de carne e osso que s\u00e3o respons\u00e1veis pela cat\u00e1strofe atual.<\/p>\n<p><strong>A luta estrat\u00e9gica por uma Federa\u00e7\u00e3o das Rep\u00fablicas Socialistas da Am\u00e9rica Latina<\/strong><\/p>\n<p>Uma luta unificada em nosso continente \u00e9 uma necessidade. Seria um primeiro passo de unidade das classes trabalhadoras e setores populares latino-americanos contra a domina\u00e7\u00e3o das pot\u00eancias imperialistas. Seria um meio de batalhar para romper as fronteiras artificiais que nos foram impostas pelo processo de coloniza\u00e7\u00e3o. Fronteiras capitalistas nacionais que nos amorda\u00e7am e servem para a apropria\u00e7\u00e3o privada de nossas florestas, \u00e1guas, solos, ar e explora\u00e7\u00e3o de nossa for\u00e7a de trabalho. Lutamos em cada pa\u00eds por governos da classe trabalhadora, visando a unidade e verdadeira integra\u00e7\u00e3o latino-americana para enfrentar a cat\u00e1strofe atual. Lutamos estrategicamente por uma Federa\u00e7\u00e3o de Rep\u00fablicas Socialistas da Am\u00e9rica Latina, que enfrente os ditames dos pa\u00edses imperialistas, suas multinacionais e as empresas capitalistas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Michel Oliveira e Claudia Gonzales, Coordena\u00e7\u00e3o da CST O Brasil \u00e9 um pa\u00eds oprimido e explorado fundamentalmente pelo imperialismo yankee, mas \u00e9 tamb\u00e9m explorado pelo Imperialismo Chin\u00eas ou pelo Europeu. 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