

	{"id":18762,"date":"2026-07-30T16:02:08","date_gmt":"2026-07-30T19:02:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/?p=18762"},"modified":"2026-07-30T18:31:56","modified_gmt":"2026-07-30T21:31:56","slug":"medidas-urgentes-para-combater-a-catastrofe-que-ameaca-o-rs-plano-emergencial-para-enfrentar-a-crise-climatica-e-socioambiental-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2026\/07\/30\/medidas-urgentes-para-combater-a-catastrofe-que-ameaca-o-rs-plano-emergencial-para-enfrentar-a-crise-climatica-e-socioambiental-no-brasil\/","title":{"rendered":"Medidas urgentes para combater a cat\u00e1strofe que amea\u00e7a o RS! Plano emergencial para enfrentar a crise clim\u00e1tica e socioambiental no Brasil!"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pelo quarto ano consecutivo, o Rio Grande do Sul enfrenta uma grave crise. As chuvas intensas de julho confirmam os alertas feitos por ambientalistas e movimentos sociais desde 2024. At\u00e9 agora, 206 munic\u00edpios registraram alagamentos, deslizamentos e interrup\u00e7\u00f5es de estradas, com quase 2 mil pessoas obrigadas a deixar suas casas. Exigimos medidas emergenciais para enfrentar a cat\u00e1strofe no RS e um Plano Nacional de Emerg\u00eancia Clim\u00e1tica para o Brasil.<\/span><\/p>\n<h2><b>Eduardo Leite e Sebasti\u00e3o Melo s\u00e3o respons\u00e1veis<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O governo Eduardo Leite demonstrou novamente falta de preparo diante dos eventos extremos. O governador chegou a divulgar um v\u00eddeo afirmando que n\u00e3o haveria transbordamento no Vale do Taquari, mas apagou a publica\u00e7\u00e3o horas depois. A situa\u00e7\u00e3o revelou a aus\u00eancia de avan\u00e7os nos sistemas de monitoramento, preven\u00e7\u00e3o e alerta clim\u00e1tico, especialmente na gest\u00e3o das bacias hidrogr\u00e1ficas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em Porto Alegre, a gest\u00e3o Sebasti\u00e3o Melo segue favorecendo projetos urbanos criticados por pesquisadores e pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico. A expans\u00e3o imobili\u00e1ria sobre v\u00e1rzeas e banhados aumenta os riscos de enchentes. A prioridade dada \u00e0 especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria, com mais concreto e impermeabiliza\u00e7\u00e3o do solo, agrava os impactos sobre regi\u00f5es vulner\u00e1veis como Sarandi e as ilhas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Assim a realidade permanece igual: sistemas de drenagem insuficientes, obras de conten\u00e7\u00e3o inacabadas, falta de planos reais de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, estruturas de prote\u00e7\u00e3o sem manuten\u00e7\u00e3o adequada e fam\u00edlias vivendo em \u00e1reas de risco.\u00a0<\/span><\/p>\n<h1><b>A cat\u00e1strofe de 2024<\/b><\/h1>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A enchente de 2024 foi uma das maiores trag\u00e9dias socioambientais da hist\u00f3ria do Rio Grande do Sul. Segundo dados da Secretaria de Meio Ambiente do estado, cerca de 15 mil km\u00b2 foram alagados, atingindo 478 munic\u00edpios e 2 milh\u00f5es de pessoas. Foram registradas 183 mortes, 806 feridos, milhares de casos de leptospirose, mais de 200 mil desalojados ou desabrigados, al\u00e9m de danos em escolas, rodovias, pontes, hospitais, abastecimento de \u00e1gua e na economia ga\u00facha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A trag\u00e9dia ocorreu em um contexto de agravamento da crise clim\u00e1tica. Segundo o Copernicus, 2024 foi o primeiro ano em que a temperatura m\u00e9dia do planeta ultrapassou 1,5\u00b0C acima dos n\u00edveis pr\u00e9-industriais. No Sul do Brasil, a combina\u00e7\u00e3o do aquecimento com o El Ni\u00f1o intensificou as chuvas extremas, provocando cheias nos rios Taquari e Jacu\u00ed e elevando o Gua\u00edba acima da marca da enchente de 1941.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os impactos foram ampliados pela explora\u00e7\u00e3o ambiental e a falta de pol\u00edticas de adapta\u00e7\u00e3o ambiental. Responsabilizamos os setores econ\u00f4micos que impulsionam a degrada\u00e7\u00e3o, como o agroneg\u00f3cio, mineradoras e multinacionais, al\u00e9m dos governos que priorizam interesses privados em detrimento da preserva\u00e7\u00e3o ambiental, como Melo e Leite. Tamb\u00e9m criticamos pol\u00edticas do governo Lula, como o Plano Safra e o Arcabou\u00e7o Fiscal, que limita recursos para enfrentar a crise ambiental. O governo Lula destinou recursos para a reconstru\u00e7\u00e3o do RS, mas ainda n\u00e3o tem uma pol\u00edtica nacional permanente de emerg\u00eancia clim\u00e1tica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os eventos extremos tendem a se repetir. A quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mais se ocorrer\u00e3o novas grandes enchentes, mas quando. Cada obra preventiva adiada, \u00e1rea ambiental destru\u00edda e falha no planejamento aumenta os custos ambientais e sociais.\u00a0<\/span><\/p>\n<h2><b>Nada de efetivo foi feito<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s a enchente, governos prometeram uma reconstru\u00e7\u00e3o baseada na preven\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, mas pouco avan\u00e7ou. Muitas fam\u00edlias continuam enfrentando problemas de moradia e comunidades atingidas seguem sem respostas adequadas. O MAB denunciou as dificuldades das popula\u00e7\u00f5es atingidas e defendeu reassentamentos definitivos, e a declara\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia clim\u00e1tica permanente no estado. Comunidades Mbya Guarani tamb\u00e9m denunciaram a falta de pol\u00edticas de reconstru\u00e7\u00e3o e reivindicam moradia, \u00e1gua, alimenta\u00e7\u00e3o e demarca\u00e7\u00e3o de terras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante a COP30, a CST denunciou as pol\u00edticas que aprofundam a crise ambiental, como a expans\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, as privatiza\u00e7\u00f5es e os incentivos ao agroneg\u00f3cio. Tamb\u00e9m criticou a manuten\u00e7\u00e3o da gera\u00e7\u00e3o de energia a carv\u00e3o no Rio Grande do Sul, enquanto a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica permanece negligenciada.<\/span><\/p>\n<h1><b>O aquecimento global, El Nino e as chuvas no Sul<\/b><\/h1>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As recentes chuvas intensas no RS ocorrem em um contexto de agravamento da crise clim\u00e1tica, que aumenta a frequ\u00eancia e a intensidade dos eventos extremos. Segundo o INPE o El Ni\u00f1o do segundo semestre de 2026 tem possibilidade de persist\u00eancia at\u00e9 o in\u00edcio de 2027. O fen\u00f4meno, associado ao aquecimento das \u00e1guas do Pac\u00edfico Equatorial, pode intensificar altera\u00e7\u00f5es no regime de chuvas e ampliar riscos de enchentes e deslizamentos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Meteorologistas alertam para novos epis\u00f3dios de chuvas intensas no Sul do Brasil, com possibilidade de volumes superiores a 100 mm em 48 horas em algumas regi\u00f5es, al\u00e9m de temporais com raios, ventos fortes e granizo. Com rios elevados e solos saturados ap\u00f3s eventos anteriores, aumentam os riscos de alagamentos, inunda\u00e7\u00f5es e deslizamentos. Os fen\u00f4menos naturais n\u00e3o se transformam automaticamente em desastres. Seus impactos s\u00e3o agravados por fatores sociais e pol\u00edticos, como a ocupa\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de risco, a falta de planejamento urbano, a precariedade da infraestrutura de drenagem e prote\u00e7\u00e3o contra cheias e a desigualdade social. Popula\u00e7\u00f5es mais pobres, vivendo em \u00e1reas vulner\u00e1veis, sofrem os maiores impactos e t\u00eam mais dificuldades para se recuperar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A crise clim\u00e1tica e ambiental capitalista amplia esses riscos ao tornar eventos extremos, como chuvas intensas, secas e ondas de calor, mais frequentes e severos. O El Ni\u00f1o tamb\u00e9m pode provocar efeitos em outras regi\u00f5es do pa\u00eds, como redu\u00e7\u00e3o das chuvas e secas no Norte e Nordeste, al\u00e9m de ondas de calor e altera\u00e7\u00f5es no regime de chuvas no Centro-Oeste e Sudeste, afetando agricultura, gera\u00e7\u00e3o de energia, abastecimento de \u00e1gua e as condi\u00e7\u00f5es de vida da classe trabalhadora e dos setores populares. Novos fen\u00f4menos extremos est\u00e3o por vir no sudeste, no nordeste e na amaz\u00f4nia e \u00e9 necess\u00e1rio responder desde j\u00e1.<\/span><\/p>\n<h2><b>Exigimos uma Jornada Nacional por Emerg\u00eancia Clim\u00e1tica !<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As enchentes de 2026 no Rio Grande do Sul, demonstram que n\u00e3o basta agir ap\u00f3s os desastres: \u00e9 necess\u00e1rio construir uma pol\u00edtica de preven\u00e7\u00e3o ambiental. A experi\u00eancia ga\u00facha revelou que os impactos das enchentes foram agravados pela falta de planejamento urbano, pela ocupa\u00e7\u00e3o de \u00e1reas vulner\u00e1veis, pela insufici\u00eancia dos sistemas de prote\u00e7\u00e3o contra cheias e pela aus\u00eancia de investimentos estruturais para enfrentar eventos clim\u00e1ticos extremos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por isso, defendemos que as coaliz\u00f5es do clima construam uma Jornada Nacional de mobiliza\u00e7\u00e3o em todo o pa\u00eds. Exigimos que CUT, CTB, UNE, UBES e MTST convoquem manifesta\u00e7\u00f5es unificadas. \u00c9 necess\u00e1rio exigir os movimentos ambientalistas e sociais prop\u00f5em: defesa dos biomas, planejamento urbano, preserva\u00e7\u00e3o ambiental, infraestrutura resiliente e ambientalmente vi\u00e1vel, sistemas de alerta precoce e pol\u00edticas p\u00fablicas de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica. Protestamos por um decreto de emerg\u00eancia clim\u00e1tica nacional e em cada estado j\u00e1 afetado.<\/span><\/p>\n<h2><b>Vamos ocupar as ruas para cobrar medidas urgentes para combater a cat\u00e1strofe que amea\u00e7a o Rio Grande do Sul e Plano emergencial para enfrentar a crise clim\u00e1tica\u00a0 no Brasil<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 necess\u00e1rio organizar nos sindicatos assembleias e reuni\u00f5es setoriais para construir uma pauta clim\u00e1tica e ambiental. O movimento estudantil deve promover mobiliza\u00e7\u00f5es nas escolas e universidades. Essa luta precisa dialogar tamb\u00e9m com o movimento feminista e com as mobiliza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas como a das mulheres do Xingu. Recentemente o movimento indigena e ambiental obteve uma importante vit\u00f3ria ao impedir a privatiza\u00e7\u00e3o dos rios da Amaz\u00f4nia e questionar a multinacional Cargill. \u00c9 preciso seguir esse exemplo de luta.<\/span><\/p>\n<h2><b>Protestar e exigir investimentos em:<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; reflorestamento, reconstru\u00e7\u00e3o de \u00e1reas verdes, modifica\u00e7\u00f5es na drenagem urbana; recuperar banhados, \u00e1reas \u00famidas e matas ciliares; impedir novas ocupa\u00e7\u00f5es em \u00e1reas de inunda\u00e7\u00e3o; reassentar fam\u00edlias em locais seguros com garantia de moradia digna e ambientalmente vi\u00e1veis; modernizar diques, casas de bombas e sistemas de comportas onde tecnicamente forem necess\u00e1rios;\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; ampliar o monitoramento hidrol\u00f3gico em tempo real; integrar planejamento urbano, defesa civil e pol\u00edtica ambiental; fortalecer universidades e centros p\u00fablicos de pesquisa; e incorporar proje\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas em todos os planos diretores municipais.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; No RS, a reconstru\u00e7\u00e3o deve significar uma mudan\u00e7a de modelo: n\u00e3o apenas recuperar o que foi destru\u00eddo, mas construir cidades mais seguras, com preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1reas naturais, habita\u00e7\u00e3o adequada, infraestrutura preparada para eventos extremos e sistemas eficientes de preven\u00e7\u00e3o e alerta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tamb\u00e9m \u00e9 indispens\u00e1vel enfrentar as causas globais da crise clim\u00e1tica: reduzindo emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, acelerando a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e protegendo os ecossistemas naturais.<\/span><\/p>\n<h2><b>Precisamos realizar manifesta\u00e7\u00f5es unificadas para exigir medidas emergenciais:<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Responsabiliza\u00e7\u00e3o dos grandes respons\u00e1veis pela destrui\u00e7\u00e3o ambiental, com puni\u00e7\u00e3o de empres\u00e1rios envolvidos em queimadas criminosas, ataques aos povos ind\u00edgenas e camponeses, al\u00e9m de empresas que utilizam trabalho escravo. Pela demarca\u00e7\u00e3o das terras ind\u00edgenas! pela expuls\u00e3o das multinacionais como Cargill e Bela Sun.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Prote\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o diante dos eventos extremos, garantindo funcionamento apenas dos servi\u00e7os essenciais em per\u00edodos de polui\u00e7\u00e3o intensa, tempestades ou ondas de calor e frio; abono dos dias de trabalho sem descontos; suspens\u00e3o das aulas quando houver risco; redu\u00e7\u00e3o de tarifas de \u00e1gua, luz, g\u00e1s e internet; transporte p\u00fablico gratuito em situa\u00e7\u00f5es emergenciais e instala\u00e7\u00e3o de pontos de hidrata\u00e7\u00e3o em espa\u00e7os p\u00fablicos durante ondas de calor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Recupera\u00e7\u00e3o dos rios, biomas e da qualidade do ar, com investimentos municipais, estaduais e federais, fortalecimento do SUS para atender os impactos da polui\u00e7\u00e3o e dos eventos extremos, al\u00e9m de pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o da fauna silvestre e dos animais urbanos afetados por queimadas, secas e enchentes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Garantia de direitos b\u00e1sicos para as popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis, com moradia, \u00e1gua, alimenta\u00e7\u00e3o, roupas, escolas e creches para pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua e atingidos por desastres. Defendemos um plano estatal socioambiental que gere empregos e enfrente a desigualdade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Fortalecimento dos \u00f3rg\u00e3os ambientais, com mais investimentos, valoriza\u00e7\u00e3o dos servidores, abertura de concursos p\u00fablicos, garantia de carreira e melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho para fiscaliza\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o ambiental.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Defendemos que recursos sejam destinados para essas medidas: Pelo fim do plano safra e do arcabou\u00e7o fiscal, pelo n\u00e3o pagamento da d\u00edvida externa e interna e destina\u00e7\u00e3o de recursos para o setor ambiental. Verbas para emerg\u00eancia clim\u00e1tica e n\u00e3o para o agroneg\u00f3cio, multinacionais e banqueiros.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>Porto Alegre &#8211; Rio grande do Sul, 26\/07\/2026<\/b><\/p>\n<p><b>Corrente Socialista de Trabalhadoras e Trabalhadores, sec\u00e7\u00e3o no Brasil da UIT-QI<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pelo quarto ano consecutivo, o Rio Grande do Sul enfrenta uma grave crise. As chuvas intensas de julho confirmam os alertas feitos por ambientalistas e movimentos sociais desde 2024. At\u00e9 agora, 206 munic\u00edpios registraram alagamentos, deslizamentos e interrup\u00e7\u00f5es de estradas, com quase 2 mil pessoas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18763,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1711,5],"tags":[],"class_list":["post-18762","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ambiental","category-nacional"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18762","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18762"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18762\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18766,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18762\/revisions\/18766"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18763"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18762"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18762"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18762"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}