

	{"id":2564,"date":"2017-08-05T02:10:38","date_gmt":"2017-08-05T02:10:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/?p=2564"},"modified":"2017-08-05T15:51:32","modified_gmt":"2017-08-05T15:51:32","slug":"maduro-nao-chavez-sim-dados-da-economia-do-socialismo-do-seculo-xxi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2017\/08\/05\/maduro-nao-chavez-sim-dados-da-economia-do-socialismo-do-seculo-xxi\/","title":{"rendered":"Maduro n\u00e3o, Ch\u00e1vez sim? | Dados da economia do \u201cSocialismo do s\u00e9culo XXI\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><i>(Contribui\u00e7\u00e3o da Luta Internacionalista* \u2013 Espanha, de junho\/julho.)<\/i><\/p>\n<hr \/>\n<p><b><i>Este \u00e9 um debate com setores do chavismo cr\u00edtico e tamb\u00e9m com organiza\u00e7\u00f5es do mundo que reivindicam o chavismo. Para n\u00f3s, Maduro n\u00e3o \u00e9 um ponto fora da curva, mas a continuidade da pol\u00edtica de Ch\u00e1vez.<\/i><\/b><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2565 size-large\" src=\"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/madurochavez-1024x683.png\" alt=\"\" width=\"940\" height=\"627\" srcset=\"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/madurochavez-1024x683.png 1024w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/madurochavez-300x200.png 300w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/madurochavez-768x512.png 768w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/madurochavez-600x400.png 600w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/madurochavez-210x140.png 210w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/madurochavez-50x33.png 50w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/madurochavez-272x182.png 272w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/madurochavez.png 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px\" \/><\/p>\n<p>Em 2013 aconteceu a morte de Ch\u00e1vez, e pouco depois, em 2014, os pre\u00e7os do petr\u00f3leo despencaram, sendo que haviam estado a mais de 100 d\u00f3lares o barril. Assim, devemos ver que o que fez Ch\u00e1vez nos anos anteriores de bonan\u00e7a econ\u00f4mica.\u00a0 Uma parte das entradas milion\u00e1rias do petr\u00f3leo foi efetivamente para os planos assistenciais, para amortecer a pobreza, onde devemos localizar as Miss\u00f5es. Isto podemos considerar uma necessidade imperiosa frente \u00e0 urg\u00eancia social de 1999. Mas 14 anos depois e ainda com entradas milion\u00e1rias, se constata um processo de desindustrializa\u00e7\u00e3o que vai de 30 a 40% especialmente na grande ind\u00fastria que \u00e9 a que mais empregos gera, e tamb\u00e9m n\u00e3o se reverteu o d\u00e9ficit de autossufici\u00eancia alimentaria, expressando a falta de investimentos produtivos para melhorar ou mudar a estrutura do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Assim, por exemplo, o anuncio \u201cbomb\u00e1stico\u201d de que seriam reduzidas as exporta\u00e7\u00f5es de ferro e alum\u00ednio para desenvolver a ind\u00fastria nacional, foi uma cortina de fuma\u00e7a sobre a queda da produ\u00e7\u00e3o: na nacionalizada Sidor, a produ\u00e7\u00e3o de ferro em 2013 estava em 45% da capacidade instalada; e o alum\u00ednio produzido pela tamb\u00e9m nacionalizada Alcasa entre 2012 e 2013 caiu 28%.<\/p>\n<p>O predom\u00ednio da estrutura produtiva extrativista se mede na depend\u00eancia da exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo: se em 1997 era 77% das exporta\u00e7\u00f5es, em 2012 chegou a ser 96% das mesmas. Ch\u00e1vez o denominou o \u201csocialismo petroleiro\u201d. Tamb\u00e9m o grosso de suas alian\u00e7as internacionais foi constru\u00eddo em torno da explora\u00e7\u00e3o e defesa do pre\u00e7o do cru: assim os milion\u00e1rios acordos de 2009 com a R\u00fassia de Putin e com a China. Ou os acordos com o Ir\u00e3 de Ahmadinejad. Ou com Kadhaffi&#8230;\u00a0 Por isso sua pol\u00edtica de apoio aos regimes \u00e1rabes reacion\u00e1rios contra seus povos em pleno processo revolucion\u00e1rio de 2011. Os pre\u00e7os do petr\u00f3leo cresceram de maneira exponencial at\u00e9 o ano de 2008, ano que teve um dos picos m\u00e1ximos de produ\u00e7\u00e3o. Mas a partir de aqui, os pre\u00e7os continuaram altos, mas nem tanto. Resultado: PIBs negativos em 2009 e 2010 (Ch\u00e1vez deixou o pa\u00eds em 2013 com um crescimento de 1,3%) e come\u00e7a um endividamento que de 2006 a 2013 passa de em torno de 30% a mais de 70% do PIB.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do mais, Ch\u00e1vez impulsionou a UNASUL em 2007 e a cria\u00e7\u00e3o dentro dela do COSIPLAN 2009, assumindo o tema da infraestrutura que desde o ano 2000 vinha impulsionando o imperialismo ianque com o IIRSA (Integra\u00e7\u00e3o da Infraestrutura Regional Sul-americana). Este plano que foi muito rejeitado no conjunto de Am\u00e9rica Latina, era um plano extrativista para esvaziar os recursos naturais do continente, inclu\u00eddas as reservas de \u00e1gua para canaliz\u00e1-los em dire\u00e7\u00e3o aos EUA.<\/p>\n<p>O COSIPLAN assume grande parte dos projetos da IIRSA (de fato se denomina COSIPLAN-IIRSA) come\u00e7ando pelas suas enormes estradas que abrem caminho em terras de comunidades ind\u00edgenas, mas sobre tudo pela sua ess\u00eancia extrativista atrav\u00e9s da mega minera\u00e7\u00e3o para arrancar a c\u00e9u aberto a riqueza da terra. Ch\u00e1vez, com a linguagem da revolu\u00e7\u00e3o bolivariana e a integra\u00e7\u00e3o latino-americana, deu cobertura a um dos planos que o imperialismo sozinho, provavelmente n\u00e3o estava em condi\u00e7\u00f5es de impor.<\/p>\n<p>A extra\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o e ouro em terras ind\u00edgenas cresceu a partir de 2006, afetando gravemente as comunidades yekuanas e sanemas. Depois de ter revogado a concess\u00e3o \u00e0 empresa canadense Gold Reserva, em 2011 Ch\u00e1vez reativa a extra\u00e7\u00e3o com o anuncio do gigantesco projeto mineiro denominada na \u00e9poca \u201cArco Mineiro de Guayana\u201d (a mega minera\u00e7\u00e3o do Arco Mineiro do Orinoco, de Maduro). Estas explora\u00e7\u00f5es come\u00e7am sob a interven\u00e7\u00e3o direta do ex\u00e9rcito e com empresas mistas.<\/p>\n<p>A pol\u00edtica anti-imperialista teve pouco f\u00f4lego. N\u00e3o s\u00f3 pelo plano COSIPLAN-IIRSA ou por ser a Venezuela o terceiro provedor de petr\u00f3leo aos EUA ou a sexta pot\u00eancia de refinarias e postos de gasolina e, por tanto, ser os EUA o primeiro comprador do petr\u00f3leo venezuelano, que pode ser uma necessidade inilud\u00edvel.\u00a0 Mas tamb\u00e9m pela pol\u00edtica seguida com as multinacionais \u00e0s quais, depois das publicitadas expropria\u00e7\u00f5es (todas com indeniza\u00e7\u00e3o a pre\u00e7o de mercado) voltou a abrir-lhes a porta atrav\u00e9s das empresas mistas: Chevron Texaco, \u00a0Statoil, British Petroleum, British G\u00e1s Group, Royal Deutsche Shell, Repsol YPF, Total Fina Elf&#8230; al\u00e9m das chinesas e russas. No balan\u00e7o da estrutura produtiva \u00e9 necess\u00e1rio considerar o papel do capital estrangeiro, assim como a teoria da economia p\u00fablico privada a as empresas mistas como parte do \u201cSocialismo do S\u00e9culo XXI\u201d.<\/p>\n<p><strong>REPRESS\u00c3O AOS QUE LUTAM<\/strong><\/p>\n<p>De fato, sob Ch\u00e1vez, continuaram ficando majoritariamente impunes os crimes que continuava operando o \u201csicariato\u201d (bandas armadas) da patronal. No campo, as press\u00f5es da burguesia para n\u00e3o perder suas propriedades fizeram que muitas \u201cdemarca\u00e7\u00f5es de terra\u201d dos povos origin\u00e1rios (reconhecimento dos limites e territ\u00f3rio de cada povo, comprometido pela constitui\u00e7\u00e3o de 1999) ficaram paralisadas. Assim, as bandas armadas dos latifundi\u00e1rios continuaram assassinando os membros das tribos como \u201cocupantes ilegais\u201d e das grandes fazendas, como os yukpa em 2009. Entre 2001 e 2009 foram assassinados 214 camponeses e somente houveram 7 detidos. Tamb\u00e9m foi mantida a impunidade com os crimes dos \u201csic\u00e1rios\u201d contra o sindicalismo, especialmente durante a onda de mobiliza\u00e7\u00f5es de 2012 exigindo o cumprimento das conven\u00e7\u00f5es coletivas, em muitos casos lutas contra o pr\u00f3prio governo visto que eram empresas nacionalizadas: houveram 77 assassinatos, quase o triplo do ano anterior. J\u00e1 antes, em 2008, tinham sido assassinados em Cagua (Estado Aragua) nossos companheiros do PSL (antes USI) Richard Gallardo, coordenador da Uni\u00e3o Nacional de Trabalhadores e presidente da se\u00e7\u00e3o de Aragua; Luiz Hernandez, dirigente sindical de Pepsi Cola e Carlos Requena, delegado de preven\u00e7\u00e3o de Produvisa: at\u00e9 o dia de hoje os culpados continuam impunes.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo em 2014, que acompanhou a queda da produ\u00e7\u00e3o- colocou a nu a gravidade daquela pol\u00edtica assistencialista que em nada mexeu com a estrutura produtiva e fez ao povo venezuelano menos soberano que antes. Agora depende absolutamente da importa\u00e7\u00e3o dos produtos mais b\u00e1sicos. Ao baixar os ingressos do petr\u00f3leo, o governo optou por reduzir as importa\u00e7\u00f5es para sustentar os pagamentos da d\u00edvida externa.<\/p>\n<p>A inexist\u00eancia de uma real reforma agr\u00e1ria e de uma pol\u00edtica de soberania m\u00ednima fez que produtos que antes eram exportados como, por exemplo, o a\u00e7\u00facar, agora tenha que ser importado em 60%; al\u00e9m de 100% do trigo, 76% do leite, 39% do milho, 45% do azeite [&#8230;] (dados atuais do pr\u00f3prio governo:\u00a0<a href=\"http:\/\/misionverdad.com\/la-guerra-en-venezuela\/datos-sobre-la-importacion-aliment%C3%A1ria-en-venezuela-infografia%20\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=http:\/\/misionverdad.com\/la-guerra-en-venezuela\/datos-sobre-la-importacion-aliment%25C3%25A1ria-en-venezuela-infografia%2520&amp;source=gmail&amp;ust=1502033872990000&amp;usg=AFQjCNGUGHB5iUItHMSbYNA6Fnlhw-CROg\">http:\/\/misionverdad.com\/la-guerra-en-venezuela\/datos-sobre-la-importacion-aliment\u00e1ria-en-venezuela-infografia%20<\/a>)<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>A POL\u00cdTICA DE MADURO HOJE<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;No marco da aplica\u00e7\u00e3o de um ajuste brutal, com uma infla\u00e7\u00e3o fora de controle, o governo procurou acordos com a patronal.\u00a0Em janeiro de 2017 foi criado o Conselho da Economia Produtiva, que re\u00fane toda semana e incorpora os principais setores patronais da Fedec\u00e2maras**, com os quais o governo fecha acordos em torno de planos de austeridade, libera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os, privatiza\u00e7\u00f5es, entrega de terras recuperadas. Al\u00e9m do que, a pol\u00edtica cambiaria com diversos pre\u00e7os para o d\u00f3lar, favorece \u00e0 grande burguesia exportadora e importadora, que pode trocar o d\u00f3lar a 10 bol\u00edvares, enquanto nos mercados paralelos pode vend\u00ea-los por milhares de bol\u00edvares! Tamb\u00e9m n\u00e3o houve nenhuma medida contra a fuga de capitais de mais de 300 bilh\u00f5es de d\u00f3lares\u00a0nos \u00faltimos anos. \u00a0[&#8230;] A nacionaliza\u00e7\u00e3o do Banco Santander feita por Ch\u00e1vez, em troca uma indeniza\u00e7\u00e3o milion\u00e1ria, deu ao dono um lucro de 300 milh\u00f5es de euros.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o com Trump, al\u00e9m de chama-o de \u201ccamarada\u201d, Maduro contribuiu com meio milh\u00e3o de d\u00f3lares para a festa da posse de Trump atrav\u00e9s da CITGO (filial da PDVESA e sexta refinaria dos EUA). Que n\u00e3o existe nenhuma guerra contra o \u201cimp\u00e9rio\u201d \u00e9 poss\u00edvel de constatar no pagamento rigoroso da d\u00edvida externa, sem sequer fazer uma auditoria [&#8230;]<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m, a cria\u00e7\u00e3o das Zonas Econ\u00f4micas Especiais faz reviver o projeto do FMI e o ex presidente Caldera (COPEI\/social crist\u00e3) dos anos 90 e que significa a liberaliza\u00e7\u00e3o total de parte do territ\u00f3rio. Em 2014\/2015 Maduro criou a ZEE de Paranagu\u00e1 (estado Falc\u00f3n); a ZEE de Ure\u00f1a (estado T\u00e1chira) e a Zona de desenvolvimento estrat\u00e9gico da Faixa Petrol\u00edfero do Orinoco chamada Hugo Ch\u00e1vez \u2013 a maior reserva certificada de hidrocarbonetos do mundo- para facilitar as empresas privadas de China, Jap\u00e3o, Europa e Am\u00e9rica Latina, segundo eles afirmam.<\/p>\n<p><strong>A RELA\u00c7\u00c3O COM AS FOR\u00c7AS ARMADAS<\/strong><\/p>\n<p>As for\u00e7as armadas s\u00e3o o pilar decisivo do governo. Maduro incrementou seu papel pol\u00edtico e econ\u00f4mico. Assim, dos 32 ministros, 11 s\u00e3o militares \u2013como o das finan\u00e7as ou da Alimenta\u00e7\u00e3o \u2013 al\u00e9m de controlar 50% dos governadores. Em setembro de 2016 Maduro os colocou \u00e0 frente do controle da distribui\u00e7\u00e3o de alimentos. As for\u00e7as Armadas t\u00eam dezenas de empresas e atuam como um aut\u00eantico holding corporativo: t\u00eam empresas de vigil\u00e2ncia de valores, de transportes, um banco comercial, uma empresa t\u00eaxtil, tudo financiado com dinheiro p\u00fablico. Em fevereiro de 2016 foi criada a Companhia An\u00f4nima Militar de Ind\u00fastrias Mineiras, petroleiras e de G\u00e1s (CAMIMPEG) por fora do controle do Minist\u00e9rio de Petr\u00f3leo e da Assembleia Nacional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<pre><em>*LI-Luta Internacionalista, se\u00e7\u00e3o oficial da UIT\/QI do Estado Espanhol<\/em>\r\n\r\n<em>** FEDEC\u00c2MARAS. Federa\u00e7\u00e3o patronal venezuelana que encabe\u00e7ou o golpe contra Ch\u00e1vez em 2002. Entidade similar \u00e0 FIESP brasileira.<\/em><\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/index.php\/category\/especial\/especialvenezuela\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2446 size-full\" src=\"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/venezuela_1-1.png\" alt=\"\" width=\"1582\" height=\"425\" srcset=\"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/venezuela_1-1.png 1582w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/venezuela_1-1-300x81.png 300w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/venezuela_1-1-768x206.png 768w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/venezuela_1-1-1024x275.png 1024w, https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/venezuela_1-1-600x161.png 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1582px) 100vw, 1582px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(Contribui\u00e7\u00e3o da Luta Internacionalista* \u2013 Espanha, de junho\/julho.) Este \u00e9 um debate com setores do chavismo cr\u00edtico e tamb\u00e9m com organiza\u00e7\u00f5es do mundo que reivindicam o chavismo. Para n\u00f3s, Maduro n\u00e3o \u00e9 um ponto fora da curva, mas a continuidade da pol\u00edtica de Ch\u00e1vez. 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