

	{"id":4469,"date":"2019-07-16T14:33:48","date_gmt":"2019-07-16T14:33:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/?p=4469"},"modified":"2019-07-16T14:33:48","modified_gmt":"2019-07-16T14:33:48","slug":"construir-greve-geral-contra-o-ajuste-de-bolsonaro-e-maia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2019\/07\/16\/construir-greve-geral-contra-o-ajuste-de-bolsonaro-e-maia\/","title":{"rendered":"Construir Greve Geral contra o ajuste de Bolsonaro e Maia"},"content":{"rendered":"<p>O governo Bolsonaro, seus Ministros Guedes e Moro, o presidente da C\u00e2mara dos deputados, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, est\u00e3o empenhados em aprovar uma reforma da previd\u00eancia que retira direitos da classe trabalhadora e favorece os banqueiros e empres\u00e1rios. Apesar da crise pol\u00edtica e das diverg\u00eancias sobre a abrang\u00eancia do projeto e do valor que eles v\u00e3o confiscar de nossas aposentadorias, o fundamental \u00e9 que em defesa da reforma eles se aproximam. Foi o que vimos na \u00faltima quinta-feira, dia 04\/07, quando a Comiss\u00e3o Especial da reforma da previd\u00eancia aprovou o parecer do relator Samuel Moreira (PSDB). Ap\u00f3s essa vota\u00e7\u00e3o o texto vai ao plen\u00e1rio da c\u00e2mara dos deputados, com previs\u00e3o de ocorrer ainda no m\u00eas de julho. A compra de votos, com 10 milh\u00f5es para cada deputado que votar \u201csim\u201d, mostrou que o velho toma-l\u00e1-d\u00e1-c\u00e1 segue vigente com Bolsonaro na presid\u00eancia. \u00c9 com esses m\u00e9todos corruptos que pretendem alcan\u00e7ar os 308 votos em plen\u00e1rio. O risco, portanto, de aprova\u00e7\u00e3o do projeto \u00e9 real, visto o fisiologismo do congresso nacional.<\/p>\n<p>De acordo com a CSP-CONLUTAS, \u201c<em>O governo Bolsonaro quer angariar R$ 1 trilh\u00e3o retirando os direitos dos trabalhadores mais pobres. Mas a reforma n\u00e3o acaba com privil\u00e9gios dos pol\u00edticos e da alta c\u00fapula das For\u00e7as Armadas, al\u00e9m disso privilegia os empres\u00e1rios que devem mais de R$ 500 bilh\u00f5es ao INSS e os banqueiros que sugam quase metade da receita da Uni\u00e3o com o pagamento da falsa d\u00edvida p\u00fablica. N\u00e3o h\u00e1 o que negociar, \u00e9 preciso rejeitar toda a Reforma da Previd\u00eancia<\/em>\u201d (<a href=\"http:\/\/cspconlutas.org\/\">cspconlutas.org<\/a>). H\u00e1 ainda outros ataques, o STF autorizou a venda sem licita\u00e7\u00e3o das subsidi\u00e1rias das empresas estatais, principalmente mirando a Petrobras, e h\u00e1 amea\u00e7as de privatiza\u00e7\u00e3o dos correios e nos bancos federais. O que colocaria na ordem do dia a continuidade das lutas e derrotar nas ruas os ataques do governo. Mas infelizmente n\u00e3o \u00e9 o que fazem os partidos de oposi\u00e7\u00e3o e a burocracia sindical.<\/p>\n<p><strong>A greve geral mostrou o caminho para enfrentar o governo Bolsonaro<\/strong><\/p>\n<p>A greve geral de 14 de junho mostrou a for\u00e7a da classe trabalhadora contra o governo Bolsonaro e sua reforma da previd\u00eancia, na continuidade do tsunami da educa\u00e7\u00e3o contra os cortes de verbas. Pelo que informaram as Centrais, foi uma greve geral com for\u00e7a em setores estrat\u00e9gicos da classe. Embora tenha tido desigualdades de categoria a categoria, o fato \u00e9 que em 6 meses de governo, foi a maior a\u00e7\u00e3o unificada da classe trabalhadora contra o governo Bolsonaro (um governo que a maior parte dos oper\u00e1rios equivocadamente ajudou a eleger depositando nas urnas um voto contra os partidos tradicionais). A desigualdade da greve geral e a diferen\u00e7a com 2017 est\u00e1 diretamente ligada a aus\u00eancia de prepara\u00e7\u00e3o e ao desmonte da c\u00fapula da burocracia sindical. Houve \u201ccorpo mole\u201d por parte da c\u00fapula da CUT e CTB (que n\u00e3o prepararam e constru\u00edram a greve em categorias importantes, por exemplo, realizaram assembleias em Correios e Banc\u00e1rios na v\u00e9spera da greve geral) e houve diretamente desmonte por parte de UGT e outras burocracias, que cancelaram a paralisa\u00e7\u00e3o de rodovi\u00e1rios (ver p\u00e1gina N\u00b0 8). Apesar de tudo isso, a greve geral de 14 de junho foi um importante passo adiante na luta contra o governo da extrema direita. Mostrou a disposi\u00e7\u00e3o de luta da classe trabalhadora, utilizando seu m\u00e9todo cl\u00e1ssico de mobiliza\u00e7\u00e3o num governo que ainda possui 30% de apoio popular.<\/p>\n<p>A greve geral ocorreu em meio as revela\u00e7\u00f5es do Intercept (ver p\u00e1gina N\u00b0 4) e esses dois fatos aprofundaram a crise do governo. O governo demitiu o banqueiro Joaquim Levy e o general Santos Cruz. Posteriormente demitiu mais dois militares, o presidente dos Correios e da FUNAI, e retirou do deputado Onix Lorenzoni a articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. O relativo esvaziamento dos poderes da presid\u00eancia da rep\u00fablica e o fracasso do \u201cpacto dos tr\u00eas poderes\u201d \u00e9 algo vis\u00edvel. Conforme o padr\u00e3o anterior em meio a crise, eles inventam uma agenda internacional, cujo grande saldo at\u00e9 agora \u00e9 o esc\u00e2ndalo dos 39K de coca\u00edna no avi\u00e3o presidencial. E, enquanto estava fora do pa\u00eds, a PF retomou o caso dos assessores do Ministro do Turismo envolvidos com o esc\u00e2ndalo das candidaturas laranjas do PSL.<\/p>\n<p><strong>A popularidade do governo cai<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa CNT-Ibope de junho, 32% aprovam o governo Bolsonaro, 32% avaliam como regular e 32% como negativo. Quanto a forma de governar, 46% aprovam, enquanto, 48% desaprovam. E no quesito confian\u00e7a, 51% j\u00e1 declararam n\u00e3o confiar no presidente. Tudo ocorre num momento de estagna\u00e7\u00e3o da economia e intensifica\u00e7\u00e3o da crise social (desemprego, arrocho, fome, precariedade da sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o) e a confirma\u00e7\u00e3o de mais uma revis\u00e3o para baixo da expectativa do PIB de 2019, o que aumenta o descontentamento popular. Esse cen\u00e1rio levou os bolsonaristas a convocarem os atos reacion\u00e1rios de 30 de maio em defesa do governo, da reforma e de S\u00e9rgio Moro. Atos que em geral foram da mesma propor\u00e7\u00e3o dos ocorridos em mar\u00e7o, mesmo contando com apoio do MBL.<\/p>\n<p><strong>Nenhuma tr\u00e9gua a extrema direita!<\/strong><\/p>\n<p>Em meio a greve geral os governadores da oposi\u00e7\u00e3o (PT, PDT, PSB, PCdoB) aprofundaram as negocia\u00e7\u00f5es e pactos com Rodrigo Maia e o governo Bolsonaro\/Mour\u00e3o em favor da aprova\u00e7\u00e3o da reforma da previd\u00eancia. Se colocando de acordo com o novo parecer a ser apresentada na comiss\u00e3o especial da c\u00e2mara, buscando modificar alguns aspectos dos ataques sem questionar a espinha dorsal da retirada dos direitos e tentando ampliar a reforma com a inclus\u00e3o dos servidores estaduais e municipais (ver mat\u00e9ria na p\u00e1g\u2026). E as bancadas parlamentares desses partidos tentavam negociatas no mesmo sentido. Trataram de semear uma ilus\u00e3o absurda, pois o governo da extrema direita, ultrarreacion\u00e1rio, n\u00e3o quer negociar de verdade, pois tem como estrat\u00e9gia tentar derrotar a classe trabalhadora. Ao mesmo tempo o parlamento corrupto n\u00e3o est\u00e1 aberto a nenhuma negocia\u00e7\u00e3o, usam essas negociatas para desorganizar nossa mobiliza\u00e7\u00e3o e esfriar a luta para que os deputados possam votar a retirada de direitos.\u00a0 Fica patente que essa estrat\u00e9gia, que impediu a imediata continuidade da luta, n\u00e3o serve, pois, a reforma foi aprovada na comiss\u00e3o e segue tramitando no parlamento. As c\u00fapulas das centrais, suas dire\u00e7\u00f5es majorit\u00e1rias, n\u00e3o deram continuidade a greve geral, se enfurnaram em reuni\u00f5es no parlamento ao inv\u00e9s de fazer assembleias de base e preparar um novo calend\u00e1rio de mobiliza\u00e7\u00e3o. Com muito atraso aderiram ao dia 12, sem enviar efetivas caravanas para Bras\u00edlia e construir bem os atos nos estados, confiando que n\u00e3o \u201chaveria votos suficientes\u201d ap\u00f3s dialogar com os deputados do centr\u00e3o (que usavam as negocia\u00e7\u00f5es para barganhar verbas junto ao Planalto).\u00a0 Uma trai\u00e7\u00e3o ao enfrentamento que deve ser feito contra a extrema direita e a reforma da previd\u00eancia desse congresso corrupto e patronal, repetindo o que fizeram na reforma trabalhista de Temer, dando f\u00f4lego a nossos inimigos.<\/p>\n<p><strong>Seguir a luta contra o ajuste e o autoritarismo de Bolsonaro\/Mour\u00e3o!<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 preciso lutar para mudar essa situa\u00e7\u00e3o. Ainda h\u00e1 tempo. A possibilidade de vota\u00e7\u00e3o da reforma (na semana em que fechamos essa edi\u00e7\u00e3o) coloca a necessidade de uma mobiliza\u00e7\u00e3o permanente com atos nos estados at\u00e9 o dia 12 de julho. E a convoca\u00e7\u00e3o de uma jornada de mobiliza\u00e7\u00e3o nacional, com atos e paralisa\u00e7\u00f5es, no dia 17, quando Rodrigo Maia pretende finalizar a vota\u00e7\u00e3o. As centrais devem ainda marcar uma segunda greve geral, em 13 agosto, aproveitando o calend\u00e1rio da CNTE e dos setores da educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As amea\u00e7as de privatiza\u00e7\u00f5es e arrocho seguem existindo sob a vig\u00eancia do governo Bolsonaro\/Mour\u00e3o. Por isso, para derrotarmos os ataques contra os trabalhadores, n\u00e3o podemos apostar em ilus\u00f3rias negocia\u00e7\u00f5es com a extrema direita que quer nos derrotar e nem com o congresso nacional corrupto e patronal que aprovou a reforma trabalhista.<\/p>\n<p>Exigimos que os governadores do PT abandonem os pactos com Maia e se coloquem no campo da oposi\u00e7\u00e3o ao governo e a reforma e n\u00e3o ataquem os grevistas. Que os partidos de oposi\u00e7\u00e3o e lideran\u00e7as como Haddad, Manuela e Ciro coloquem sua influ\u00eancia a servi\u00e7o de Ocupar Bras\u00edlia no dia 12 e de uma nova greve geral. Que o congresso da UNE vote um efetivo plano de luta, defina um Comando Nacional Estudantil para organizar melhor a luta e que as Entidades da educa\u00e7\u00e3o (ANDES, FASUBRA, SINASEFE, CNTE, UNE, UBES) construam plen\u00e1ria das entidades da educa\u00e7\u00e3o de forma imediata. Da mesma forma o PSOL e sua forte bancada parlamentar, que vem denunciando a reforma e a criticando a compra de votos no parlamento, devem impulsionar a constru\u00e7\u00e3o do calend\u00e1rio de luta nas ruas.<\/p>\n<p>Essa luta deve se combinar com a den\u00fancia de Moro e Dallagnol, o pedido de afastamento do Ministro do Turismo, puni\u00e7\u00e3o aos envolvidos no laranjal do PSL e aos esquemas de Fl\u00e1vio Bolsonaro. Pela revoga\u00e7\u00e3o da EC 95, da reforma trabalhista, por reposi\u00e7\u00e3o das perdas salariais de acordo com a infla\u00e7\u00e3o, justi\u00e7a para Marielle e Anderson, puni\u00e7\u00e3o aos militares que fuzilaram o musico Evaldo e o catador Luciano, contra o projeto de seguran\u00e7a de Moro que legaliza as chacinas contra o povo negro, pelo fim do ass\u00e9dio e dos feminic\u00eddio, criminaliza\u00e7\u00e3o da LGBTfobia.<\/p>\n<p><strong>Verbas para educa\u00e7\u00e3o, emprego e aposentadoria e n\u00e3o para o pagamento da d\u00edvida!\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O governo e o congresso mentem falando de rombo das contas p\u00fablicas, para tentar justificar a absurda proposta de acabar com direitos sociais. O que eles escondem \u00e9 que o maior problema das contas p\u00fablicas \u00e9 a quantia destinada ao pagamento da d\u00edvida interna e externa, um dinheiro que beneficia unicamente os banqueiros. Todo ano a d\u00edvida consome quase metade do or\u00e7amento, prejudicando o povo, pois esse \u00e9 o dinheiro que falta nas escolas, nos postos de sa\u00fade e para a gera\u00e7\u00e3o de empregos. Eles querem roubar 1 trilh\u00e3o da aposentadoria da classe trabalhadora em 10 anos, mas se \u201cesquecem\u201d de que em apenas um ano se paga cerca de 1 trilh\u00e3o aos banqueiros, por meio de uma d\u00edvida imoral e ilegal que nunca sofreu uma auditoria (o que \u00e9 previsto na constitui\u00e7\u00e3o). Por meio do pagamento da d\u00edvida, no ano passado, de acordo com dados da auditoria cidad\u00e3 da d\u00edvida, foram pagos R$ 3 trilh\u00f5es ao sistema financeiro, quase R$ 3 bilh\u00f5es por dia. O verdadeiro \u201cajuste\u201d que precisamos \u00e9 o ajuste nos banqueiros e na d\u00edvida interna e externa.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso contrapor ao plano reacion\u00e1rio de Bolsonaro e Rodrigo Maia, uma agenda da classe trabalhadora. Construir um plano econ\u00f4mico e social alternativo, com propostas emergenciais para tirar o pa\u00eds da crise, a come\u00e7ar pelo n\u00e3o pagamento da d\u00edvida. \u00c9 poss\u00edvel solucionar os problemas do pa\u00eds sem prejudicar a classe trabalhadora. Por isso exigimos que o dinheiro da d\u00edvida seja canalizado para o or\u00e7amento da educa\u00e7\u00e3o e da sa\u00fade, para a aposentadoria, para aumentar o sal\u00e1rio m\u00ednimo, para um plano de obras p\u00fablicas e de concursos p\u00fablicos que gere empregos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Construir uma Frente de Esquerda e Socialista\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>In\u00fameros ativistas estiveram em plen\u00e1rias, assembleias, piquetes e passeatas nesses \u00faltimos meses enfrentando os ataques do governo Bolsonaro\/Mour\u00e3o. Por\u00e9m, as dire\u00e7\u00f5es dos partidos de oposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o v\u00eam passando no teste da constru\u00e7\u00e3o de uma efetiva oposi\u00e7\u00e3o contra a extrema direita. Agora mesmo se enfiaram em Bras\u00edlia num intenso trabalho parlamentar e com muita demora apoiaram o ato em Bras\u00edlia da UNE, deslocando todo o calend\u00e1rio de lutas para agosto. Muitos dos que votaram no PT, PCdoB ou PDT, n\u00e3o compartilham das negociatas dos governadores e dos deputados da oposi\u00e7\u00e3o sobre a reforma da previd\u00eancia.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, precisamos de uma outra estrat\u00e9gia. Da oposi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica intransigente e nas ruas, como no \u201cEle N\u00e3o\u201d, nos atos contra a invas\u00e3o dos campi universit\u00e1rios, como da batalha do \u201cViraVoto\u201d em 2018, da importante assembleia da classe trabalhadora realizada na pra\u00e7a da s\u00e9, da jornada de luta de mar\u00e7o, do tsunami da educa\u00e7\u00e3o e a da greve geral em 2019. Em segundo lugar, \u00e9 preciso construir uma outra alternativa pol\u00edtica, superando a concilia\u00e7\u00e3o classes do PT, PCdoB, PDT e seus governadores.<\/p>\n<p>O PSOL e seus parlamentares, lideran\u00e7as como Guilherme Boulos e S\u00f4nia Guajajara, movimentos como o MTST, partidos como o PCB e UP (PCR) precisam apontar um caminho alternativo, superando a trai\u00e7\u00e3o de classe dos Lulistas. Uma proposta que os camaradas do PSTU tamb\u00e9m deveriam abra\u00e7ar, tal como na Argentina integram a FIT (Frente de Esquerda e dos Trabalhadores). Defendemos a realiza\u00e7\u00e3o unificada das dire\u00e7\u00f5es do PSOL, PCB, PSTU, UP\/PCR e demais organiza\u00e7\u00f5es anticapitalistas para a constru\u00e7\u00e3o de uma Frente de Esquerda, que articule a interven\u00e7\u00e3o nas lutas e a constru\u00e7\u00e3o de um programa emergencial para o pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>10 de Julho de 2019<\/b><\/p>\n<p><b>Documento de conjuntura da Coordena\u00e7\u00e3o Nacional da CST-PSOL<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo Bolsonaro, seus Ministros Guedes e Moro, o presidente da C\u00e2mara dos deputados, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, est\u00e3o empenhados em aprovar uma reforma da previd\u00eancia que retira direitos da classe trabalhadora e favorece os banqueiros e empres\u00e1rios. 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