

	{"id":53,"date":"2011-02-28T12:32:00","date_gmt":"2011-02-28T12:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/index.php\/2011\/02\/28\/arquivoid-9088\/"},"modified":"2011-02-28T12:32:00","modified_gmt":"2011-02-28T12:32:00","slug":"arquivoid-9088","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2011\/02\/28\/arquivoid-9088\/","title":{"rendered":"As novas tarefas da Revolu\u00e7\u00e3o Eg\u00edpcia"},"content":{"rendered":"<p>Declara\u00e7\u00e3o UIT-CI 18\/02\/11 | www.uit-ci.org<\/p>\n<p>A queda do ditador Mubarak foi um imenso triunfo da mobiliza\u00e7\u00e3o revolucionaria do povo eg\u00edpcio, de seus jovens e dos trabalhadores. Durante 18 dias eles produziram uma insurrei\u00e7\u00e3o popular marchando e tomando a pra\u00e7a da liberdade no Cairo e se mobilizando em todo o pa\u00eds.<br \/>\nForam milh\u00f5es os que festejaram no Egito e em todos os pa\u00edses do mundo esta vit\u00f3ria do povo eg\u00edpcio.<br \/>\nA classe trabalhadora eg\u00edpcia irrompeu com toda sua for\u00e7a com uma onda de greves. A luta do povo eg\u00edpcio continua para impedir que os militares e a oposi\u00e7\u00e3o burguesa e isl\u00e2mica abortem o processo revolucion\u00e1rio aberto para conseguir uma verdadeira mudan\u00e7a de fundo pol\u00edtico e social.<br \/>\nO Egito mostrou o poderio das massas mobilizadas.<br \/>\nA revolu\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia deu um grande exemplo para os povos do mundo, como antes havia dado a revolu\u00e7\u00e3o tunisiana, derrubando outro ditador. No Egito se mostrou que as massas mobilizadas tem um poder para conquistar vit\u00f3rias que a tempos atr\u00e1s pareciam imposs\u00edveis.<br \/>\nDurante semanas conseguiram derrotar a policia e paralisar um dos maiores ex\u00e9rcitos do mundo. Mubarak ordenou que o ex\u00e9rcito fosse \u00e0s ruas para impor o toque de recolher que nunca se cumpriu. Os soldados com seus tanques terminaram confraternizando com o povo. Os altos comandos ficaram paralisados e n\u00e3o puderam dar a ordem para reprimir.<br \/>\nO povo mobilizado derrotou tamb\u00e9m os bandos fascistas de Mubarak que tentaram enfrentar a popula\u00e7\u00e3o concentrada na Pra\u00e7a da Liberta\u00e7\u00e3o. Jogaram-se para desgastar a mobiliza\u00e7\u00e3o e n\u00e3o conseguiram. Mubarak fez uma \u00faltima tentativa para se sustentar no poder com um discurso que anunciou que iria seguir no poder e o \u00fanico que ele conseguiu foi aumentar ainda mais a mobiliza\u00e7\u00e3o. No outro dia, Mubarak fugia do Cairo. Triunfava a revolu\u00e7\u00e3o. Nos \u00faltimos dias foi decisiva a virada da classe trabalhadora para terminar de inclinar a balan\u00e7a. Milhares de trabalhadores declararam greves em todo o pa\u00eds. At\u00e9 os trabalhadores do Canal de Suez paralisaram seus trabalhos.<br \/>\nA Queda de Mubarak \u00e9 uma grande derrota pol\u00edtica do imperialismo ianque.<br \/>\nMubarak e seu regime eram pe\u00e7as chave para a pol\u00edtica do imperialismo no Oriente M\u00e9dio, de sustentar o estado sionista de Israel, buscando submeter o povo palestino que resiste de forma her\u00f3ica. O Egito \u00e9 o maior pa\u00eds do mundo \u00e1rabe com 80 milh\u00f5es de habitantes e junto com a Jord\u00e2nia, s\u00e3o os \u00fanicos pa\u00edses \u00e1rabes que reconhecem Israel. T\u00e3o agente dos ianques era Mubarak, que sustentava um bloqueio na fronteira da Faixa de Gaza, para colaborar com Israel na tentativa de debilitar a luta dos palestinos.<br \/>\nPor isso Obama, o imperialismo europeu e Israel tentaram de todas as formas poss\u00edveis que Mubarak se sustentasse no poder e que, como m\u00ednimo, n\u00e3o fosse derrubado pelas massas.<br \/>\nBuscaram montar uma \u201ctransi\u00e7\u00e3o\u201d acordada com a oposi\u00e7\u00e3o burguesa ao regime, com Baradei e a Irmandade Mul\u00e7umana. Tudo isso fracassou.<br \/>\nA queda de Mubarak significa outra dura derrota do imperialismo ianque na regi\u00e3o e de seu aliado Israel. Desta maneira se agrava a crise pol\u00edtica e militar que o imperialismo vive desde a derrota militar sofrida no Iraque com o fracasso da invas\u00e3o.<br \/>\nO medo de todos os governos do mundo do efeito contagiante da revolu\u00e7\u00e3o, fez com que n\u00e3o se pronunciassem nem apoiassem abertamente a mobiliza\u00e7\u00e3o do povo eg\u00edpcio. Os supostos governos \u201cantiimperialistas\u201d como Ch\u00e1vez, Evo Morales, o governo do Ir\u00e3 ou a OLP, todos ficaram calados. At\u00e9 o Hamas proibiu a marcha dos palestinos da Faixa de Gaza, em solidariedade com o povo eg\u00edpcio. Logo depois da queda de Mubarak, todos eles sa\u00edram a \u201csaudar\u201d o povo eg\u00edpcio.<br \/>\nEste imenso triunfo do povo eg\u00edpcio, somado ao da Tun\u00edsia, debilita o imperialismo e impacta sobre todos os povos \u00e1rabes da regi\u00e3o que enfrentam a outros regimes ditatoriais e pro &#8211; imperialistas. Por isso se multiplicam as mobiliza\u00e7\u00f5es no I\u00eamen, L\u00edbia, Arg\u00e9lia, Jord\u00e2nia, Bahrein e Iraque. Est\u00e1 aberta a possibilidade de novos triunfos revolucion\u00e1rios dos povos \u00e1rabes. Tudo isso favorece tamb\u00e9m a causa do povo palestino e aprofunda a debilidade do imperialismo ianque.<br \/>\nTriunfou uma revolu\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, a luta continua. No Egito triunfou uma revolu\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, os trabalhadores, a juventude e o povo eg\u00edpcio derrubaram uma ditadura. O fato de que estejam no governo os militares, n\u00e3o significa que n\u00e3o tenha triunfado uma revolu\u00e7\u00e3o. Trata-se de um primeiro grande triunfo. A aus\u00eancia de uma dire\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria, por enquanto, tem impedido que a revolu\u00e7\u00e3o culmine com um poder dos trabalhadores e do povo.<br \/>\nPela composi\u00e7\u00e3o militar do novo governo pode-se pensar que nada mudou, que a ditadura continua. Mas de nenhuma maneira \u00e9 assim.<br \/>\nAs massas mobilizadas quebraram a ditadura. O Conselho Supremo mesmo comandando um ex\u00e9rcito tem um poder muito prec\u00e1rio. Os militares, pressionados pela mobiliza\u00e7\u00e3o revolucionaria, tiveram que ceder com algumas das reivindica\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas da revolu\u00e7\u00e3o. Dissolveram o parlamento, suspenderam a Constitui\u00e7\u00e3o da ditadura, ratificaram que s\u00f3 ficar\u00e3o 6 meses no poder e que far\u00e3o as elei\u00e7\u00f5es em setembro. Os militares n\u00e3o puderam derrotar a mobiliza\u00e7\u00e3o e, muito menos, puderam dar um golpe contra-revolucion\u00e1rio. As For\u00e7as Armadas n\u00e3o tiveram outra sa\u00edda que tomar o governo, com apoio do imperialismo e da oposi\u00e7\u00e3o burguesa e isl\u00e2mica, para evitar que se aprofundasse a revolu\u00e7\u00e3o com uma poss\u00edvel divis\u00e3o militar, com um setor dos soldados e suboficiais passando com suas armas a somar-se ao povo.<br \/>\nDesde j\u00e1 o governo militar n\u00e3o pode ser apoiado nem o povo eg\u00edpcio pode depositar nenhuma confian\u00e7a neles, como fizeram a Irmandade Mul\u00e7umana e o pol\u00edtico liberal Baradei. \u00c9 um governo capitalista pro imperialista e, por tanto, inimigo dos trabalhadores e do povo. Por isso, junto com os an\u00fancios apontados, tamb\u00e9m ratificaram os pactos militares com o imperialismo e Israel, para dar \u201ctranq\u00fcilidade\u201d a estes inimigos do povo.<br \/>\nOs trabalhadores e o povo eg\u00edpcio t\u00eam demonstrado a decis\u00e3o de seguir mobilizados para impor suas reivindica\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas, pol\u00edticas e sociais.<br \/>\nAs novas tarefas da revolu\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia e a luta pelo poder dos trabalhadores e do povo A contradi\u00e7\u00e3o da revolu\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia radica em que enquanto foram as massas, a juventude, com seu Movimento 6 de Abril, os trabalhadores e os setores populares os que derrubaram a Mubarak, no poder est\u00e3o os militares com o apoio do imperialismo e a oposi\u00e7\u00e3o burguesa e isl\u00e2mica.<br \/>\nNo Egito triunfou uma poderosa revolu\u00e7\u00e3o que em seus primeiros momentos conseguiu conquistas democr\u00e1ticas fundamentais, como a liquida\u00e7\u00e3o de Mubarak e seu regime ditatorial, e a liberdade de mobiliza\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00e3o. No entanto, a revolu\u00e7\u00e3o segue aberta e as massas aspiram mais, como conseguir empregos, sal\u00e1rios dignos, maiores liberdades pol\u00edticas e sindicais, a soberania nacional, etc. Isto entra em contradi\u00e7\u00e3o com a pol\u00edtica imperialista, com a c\u00fapula do ex\u00e9rcito e com as dire\u00e7\u00f5es opositoras burguesas e isl\u00e2micas, que sonham em fazem aos maiores esfor\u00e7os para que a revolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o transcenda as reivindica\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas e n\u00e3o avance claramente em uma perspectiva operaria e socialista.<br \/>\nO povo eg\u00edpcio n\u00e3o saiu para reclamar somente liberdades democr\u00e1ticas, sen\u00e3o tamb\u00e9m contra o desemprego massivo e os sal\u00e1rios de fome nas empresas privadas, bancos e empregados p\u00fablicos. Estes males s\u00e3o produzidos pela domina\u00e7\u00e3o das multinacionais associadas \u00e0 burguesia local e aos corruptos governantes a seu servi\u00e7o. Para resolver isto \u00e9 necess\u00e1rio tomar medidas de expropria\u00e7\u00e3o das multinacionais e dos bens dos governantes, os militares e suas fam\u00edlias, que representam a maior parte da burguesia local. Melhor dizendo, \u00e9 necess\u00e1rio tomar medidas anticapitalistas e socialistas para poder cumprir as reivindica\u00e7\u00f5es de justi\u00e7a social.<br \/>\nPara os socialistas revolucion\u00e1rios, o processo revolucion\u00e1rio deve continuar porque agora, mais do que nunca, est\u00e1 colocado que a tarefas pendentes democr\u00e1ticas, antiimperialista e anticapitalista s\u00f3 podem se resolver positivamente com um governo dos trabalhadores e do povo, do Movimento 6 de abril, dos sindicatos e as organiza\u00e7\u00f5es populares, dos que se jogaram para derrubar a Mubarak.<br \/>\nO povo se retirou da Pra\u00e7a, mas segue em alerta. Agora saem com toda for\u00e7a os trabalhadores pelas suas reivindica\u00e7\u00f5es. \u00c9 necess\u00e1rio lutar para rejeitar o aumento de 15% decretado por Mubarak exigindo que se outorgue um aumento de emerg\u00eancia generalizado que cubra a cesta b\u00e1sica. Fala-se da fortuna de Mubarak de cerca de 70 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, h\u00e1 que exigir que se apreenda esta fortuna corrupta e todas a propriedades dos homens do regime, para voltar este dinheiro para as necessidades do povo. N\u00e3o basta a dissolu\u00e7\u00e3o do Parlamento, que se dissolvam todos os organismos repressivos, que se prenda e julgue aos assassinos do povo. Fora o estado de emerg\u00eancia! Que se autorize a liberdade de organizar pol\u00edtica e sindicalmente aos soldados e aos suboficiais das For\u00e7as Armadas. Que sejam reestatizadas todas as empresas que foram privatizadas pela ditadura, sobre o controle e administra\u00e7\u00e3o dos trabalhadores. O novo governo fala de modificar a constitui\u00e7\u00e3o, mas o querem fazer de costas para o povo negociando nos bastidores com a oposi\u00e7\u00e3o burguesa e isl\u00e2mica. H\u00e1 que recha\u00e7ar tudo isso e reivindicar que se convoque a elei\u00e7\u00f5es de uma Assembl\u00e9ia Constituinte Livre e Soberana, onde o povo debata tudo e resolva reorganizar o pa\u00eds a servi\u00e7o das necessidades dos trabalhadores e do povo.<br \/>\nA classe trabalhadora vai \u00e0s ruas<br \/>\nUma das express\u00f5es do trunfo revolucion\u00e1rio \u00e9 a irrup\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora. Mesmo quando o conselho Supremo proibiu as greves, ningu\u00e9m obedeceu. As greves se multiplicam at\u00e9 convertessem em uma greve quase geral. Est\u00e3o na luta os trabalhadores dos minist\u00e9rios, incluindo o estrat\u00e9gico minist\u00e9rio do petr\u00f3leo, da Sa\u00fade e cultura, ocupando seus lugares de trabalho, reivindicando uma melhora salarial e a sa\u00edda dos altos funcion\u00e1rios relacionados \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o. Est\u00e3o fazendo paralisa\u00e7\u00f5es, protestos e ocupa\u00e7\u00f5es de seus locais de trabalho por melhoria em sua condi\u00e7\u00e3o de trabalho os t\u00eaxteis, ferrovi\u00e1rios, trabalhadores de telecomunica\u00e7\u00f5es, correios, banc\u00e1rios, professores, petroleiros, alum\u00ednio, farmac\u00eauticos, trabalhadores do Canal de Suez e at\u00e9 policiais exigem um sal\u00e1rio igual aos militares e foram a Pra\u00e7a Tahrir para dizer que se solidarizavam com a revolu\u00e7\u00e3o. Os funcion\u00e1rios da maior empresa publica t\u00eaxtil do pa\u00eds, Misr (24.000 empregados), em Mahal\u00e1 al Kubra, no delta do Nilo, suspenderam sua greve indefinida, mas anunciaram seguir lutando por sal\u00e1rios.<br \/>\nA ag\u00eancia oficial de noticias Al-Ahram relatava: \u201cO vice presidente do Sindicato dos Trabalhadores Eg\u00edpcios, Mastafa Mongry, permanece detido desde segunda-feira (7 de fevereiro) pela manh\u00e3 por empregados para exigir sua imediata renuncia\u201d. O segundo chefe da corrupta burocracia sindical foi detido pelos seus pr\u00f3prios empregados! Ao mesmo tempo se constituiu uma nova Federa\u00e7\u00e3o de Sindicatos Independentes.<br \/>\nMahmud Nassar, l\u00edder do Movimento de jovens, afirmou que n\u00e3o suspenderam os protestos at\u00e9 que sejam liberados todos os presos pol\u00edticos. O Conselho Supremo tenta todos os dias desmontar esta poderosa corrente revolucion\u00e1ria, mas at\u00e9 agora n\u00e3o obteve \u00eaxito.<br \/>\nDesenvolver e fortalecer os novos organismos sindicais e populares<br \/>\nAs manifesta\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias, juvenis e populares continuam. Este \u00e9 o caminho para seguir lutando por uma verdadeira mudan\u00e7a de fundo. Por isso tamb\u00e9m a revolu\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia p\u00f5e sobre o tapete a quest\u00e3o da dire\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do processo revolucion\u00e1rio.<br \/>\nFrente \u00e0 aus\u00eancia de uma dire\u00e7\u00e3o pol\u00edtica revolucion\u00e1ria se corre o risco de que esta grande revolu\u00e7\u00e3o se congele. Por isso os revolucion\u00e1rios apostamos e incentivamos que as massas passem por cima das dire\u00e7\u00f5es burguesas e pro imperialistas, construam sua pr\u00f3pria ferramenta pol\u00edtica revolucionaria e d\u00eaem uma perspectiva socialista, como hoje se vive em pequena escala na bacia mineira da cidade de Redeyef, na Tun\u00edsia, onde os sindicatos tomaram o controle do governo.<br \/>\nA experi\u00eancia do processo revolucion\u00e1rio e das lutas oper\u00e1rias dos \u00faltimos anos, permitiram avan\u00e7os organizativos e na consci\u00eancia pol\u00edtica, muito importantes. Como colocam os trabalhadores metal\u00fargicos de Helwan \u00e9 necess\u00e1rio, de imediato, desenvolver e fortalecer os comit\u00eas oper\u00e1rios e populares, verdadeiros organismos de duplo poder existentes, assim como o movimento juvenil 6 de abril, os sindicatos que chamaram as greves, a novo Federa\u00e7\u00e3o de sindicatos independentes e tamb\u00e9m propor comit\u00eas democr\u00e1ticos de soldados e suboficiais para defender a revolu\u00e7\u00e3o.<br \/>\nChamamos a solidariedade com os trabalhadores e a revolu\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia e de todos os pa\u00edses \u00e1rabes, exigindo: Fora o imperialismo ianque e europeu dos pa\u00edses \u00e1rabes e Oriente M\u00e9dio!<br \/>\nFora as tropas ianques do Iraque, Afeganist\u00e3o e de todas suas bases da regi\u00e3o! Ruptura de rela\u00e7\u00f5es com Israel e apoio a luta Palestina! Abaixo as corruptas ditaduras \u00e1rabes!<\/p>\n<p>Secretariado Internacional da UIT-QI<\/p>\n<p>18 de Fevereiro de 2011<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Declara\u00e7\u00e3o UIT-CI 18\/02\/11 | www.uit-ci.org A queda do ditador Mubarak foi um imenso triunfo da mobiliza\u00e7\u00e3o revolucionaria do povo eg\u00edpcio, de seus jovens e dos trabalhadores. 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