

	{"id":531,"date":"2009-08-14T16:55:00","date_gmt":"2009-08-14T16:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/index.php\/2009\/08\/14\/arquivoid-9566\/"},"modified":"2009-08-14T16:55:00","modified_gmt":"2009-08-14T16:55:00","slug":"arquivoid-9566","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2009\/08\/14\/arquivoid-9566\/","title":{"rendered":"Carta aos dirigentes e militantes do PSOL"},"content":{"rendered":"<p>Nota da CST | CST\/PSOL<\/p>\n<p>Frente \u00e0 crise que vive a dire\u00e7\u00e3o do PSOL, a poucos dias da realiza\u00e7\u00e3o do seu II Congresso, avaliamos necess\u00e1ria a reflex\u00e3o sobre como e por que se chegou \u00e0 atual situa\u00e7\u00e3o. Encaminhamos, ainda, propostas pol\u00edticas e de funcionamento, com vistas a auxiliar na supera\u00e7\u00e3o do impasse, j\u00e1 que o curso atual pode abalar profundamente nosso jovem Partido.<\/p>\n<p>A crise \u00e9 de ordem pol\u00edtica e metodol\u00f3gica. Ao abandonar desde 2005 o projeto original, a dire\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria enveredou o PSOL por uma pol\u00edtica que privilegiou a disputa eleitoral, subordinando a independ\u00eancia do partido ao defender alian\u00e7as policlassistas e ao aceitar o financiamento da multinacional GERDAU, este \u00faltimo fato levado a cabo pela dire\u00e7\u00e3o do MES.<\/p>\n<p>Para manter esse projeto, era necess\u00e1rio mudar o car\u00e1ter militante do PSOL e aplicar uma forma de organiza\u00e7\u00e3o de filiados, sem compromisso militante nem financeiro, com o \u00fanico objetivo de ganhar disputas internas a cada dois anos e conseguir apoio no per\u00edodo de elei\u00e7\u00f5es, tudo justificado sob o discurso de \u201cpartido de massas\u201d.<\/p>\n<p> Esta pol\u00edtica, como consequ\u00eancia, fez o PSOL perder espa\u00e7o na reorganiza\u00e7\u00e3o do movimento sindical e popular, no terreno da luta de classes. E estamos \u00e0 beira de deixar de ser uma alternativa tamb\u00e9m no terreno eleitoral se o partido abandonar a disputa com o governo Lula, caso Helo\u00edsa n\u00e3o se apresente para disputar a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, em 2010. Os militantes e os delegados ao Congresso t\u00eam a enorme responsabilidade de reagir, e definir, no Congresso, uma resposta \u00e0 altura das necessidades da classe trabalhadora e do povo, e n\u00e3o focar na mera disputa por maioria nos cargos de dire\u00e7\u00e3o, o que esvazia politicamente a inst\u00e2ncia m\u00e1xima do partido, enfraquece e desarma a milit\u00e2ncia e o pr\u00f3prio PSOL.<\/p>\n<p><b><br \/>\nDo I Congresso \u00e0 situa\u00e7\u00e3o atual<\/p>\n<p><\/b><br \/>\nA atual disputa pela dire\u00e7\u00e3o entre as for\u00e7as que compuseram o bloco da maioria na dire\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s o Congresso de 2007, formada pelas correntes MES, APS, MTL, reivindicada pelos independentes do RJ e por Helo\u00edsa, demonstrou sua incapacidade, pol\u00edtica e metodol\u00f3gica, na tarefa de dirigir o partido. O argumento que apresentaram em 2007 para conformar o bloco foi que iriam dar \u201cestabilidade ao PSOL\u201d. Por conta disso, as for\u00e7as minorit\u00e1rias (Enlace, C-SOL, CST e AS\/SR) foram informadas, que a maioria tinha decidido \u201cn\u00e3o integr\u00e1-las\u201d nas tarefas da dire\u00e7\u00e3o. Hoje, o partido, com raras exce\u00e7\u00f5es, est\u00e1 semiparalisado, e o bloco dividido, protagonizando uma brutal luta fracional.<br \/>\nEsta atitude teve, tamb\u00e9m, outro significado: a \u201cinstitucionaliza\u00e7\u00e3o\u201d da mudan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao projeto fundacional. No processo de ingresso da APS, em 2005, colocamos que a falta de aprofundamento da discuss\u00e3o sobre a estrat\u00e9gia com os companheiros, os quais n\u00e3o tinham rompido v\u00ednculos com o projeto democr\u00e1tico e popular do PT, deixaria espa\u00e7o para uma mudan\u00e7a substantiva no PSOL. O fato \u00e9 que o partido vem sofrendo um progressivo rebaixamento do projeto pol\u00edtico original de se apresentar como uma alternativa \u00e0 esquerda do governo Lula, privilegiando a luta de classes.<\/p>\n<p>Quatro anos ap\u00f3s, o MES, que tem uma responsabilidade fundamental nos erros cometidos, agora, porque est\u00e1 amea\u00e7ado de n\u00e3o obter a maioria que aspira, passou a avaliar que n\u00e3o h\u00e1 unidade no combate ao governo Lula, e, por isso, o partido deveria apoiar ao MES, para impedir que se imponha outra maioria!<\/p>\n<p><b><br \/>\nO PSOL se debilitou como alternativa.<\/p>\n<p><\/b><br \/>\nOs companheiros do MES fazem um balan\u00e7o parcial e, portanto, equivocado, sobre o resultado pol\u00edtico do partido no \u00faltimo per\u00edodo. O centro de sua avalia\u00e7\u00e3o est\u00e1 apoiado no \u00edndice de votos de Helo\u00edsa Helena e por isso afirmam que o PSOL est\u00e1 muito bem. Mas, o PSOL, ainda com estes \u00edndices, tem dificuldade e enfrenta problemas para se enraizar como alternativa pol\u00edtica global.<\/p>\n<p>Na prepara\u00e7\u00e3o do partido para atuar na luta de classes, sua inst\u00e2ncia nacional de dire\u00e7\u00e3o, jamais discutiu uma sequer das 411 greves que houve, por exemplo, em 2008, com o objetivo de fortalecer a interven\u00e7\u00e3o de seus militantes. O PSOL dos militantes, esse sim, est\u00e1 no dia a dia, mas, sem uma pol\u00edtica nacional, sem que as figuras p\u00fablicas sejam colocadas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de todo o partido, sem inst\u00e2ncias para avaliar e deliberar suas pol\u00edticas.<\/p>\n<p>Na corrup\u00e7\u00e3o, que foi nosso ponto forte, tamb\u00e9m retrocedemos. No caso da atual crise do Senado, com atraso e debilmente formulamos o Fora Sarney, mas n\u00e3o houve nenhuma den\u00fancia do regime de conjunto, do pr\u00f3prio Senado, nem desta falsa democracia burguesa. Nem se defende uma bandeira democr\u00e1tica como \u00e9 a do fim do Senado, por uma C\u00e2mara \u00danica Proporcional. As propostas do PSOL, por sinal, foram todas no campo institucional (comiss\u00e3o de \u00e9tica e CPI), n\u00e3o existiu por parte da dire\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria nenhum chamado \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o para derrotar os corruptos e colocar para fora Sarney.<\/p>\n<p>O perfil de oposi\u00e7\u00e3o de esquerda a Lula come\u00e7ou a enfraquecer. J\u00e1 apresentamos diversos textos com estas considera\u00e7\u00f5es: A APS chamou o voto em Ana J\u00falia do PT no segundo turno das elei\u00e7\u00f5es de 2006, no Par\u00e1. Luciana levou um ministro do governo Lula ao seu programa de TV, em 2008. Nossos parlamentares votaram em candidatos do PT para presidir o Senado e do PCdoB, governista, para presidir a C\u00e2mara. A convocat\u00f3ria do Ato de 02\/04, no Rio, outdoors e panfletos n\u00e3o falavam uma palavra do governo Lula. Nosso Senador votou no Or\u00e7amento do governo. Esses fatos, entre outros, mostram o PSOL retrocedendo de uma oposi\u00e7\u00e3o categ\u00f3rica pela esquerda ao governo.<br \/>\nO PSOL rebaixou sua postula\u00e7\u00e3o como alternativa, ao governo e aos partidos do regime, ao se apresentar em alian\u00e7as com PV e PSB (e outros partidos em munic\u00edpios menores) nas elei\u00e7\u00f5es de 2008, e, por fim, aceitando financiamento de multinacionais. Ainda que esta posi\u00e7\u00e3o do MES fosse rejeitada por todas as correntes do Partido, foi imposta como fato consumado sem que a maioria da dire\u00e7\u00e3o tivesse disposi\u00e7\u00e3o para discutir medidas \u00e0 luz do estatuto para quem descumpriu um dispositivo fundamental. Mais grave ainda, pois, o MES mant\u00e9m a defesa da pol\u00edtica de financiamento imposta em Porto Alegre, com o argumento que a Gerdau n\u00e3o entra nas defini\u00e7\u00f5es tomadas pelo PSOL, pois o \u201cesp\u00edrito\u201d (!) do Estatuto se referia, segundo sua dire\u00e7\u00e3o, \u201c\u00e0s empresas estrangeiras como express\u00e3o do imperialismo\u201d. Por que a GERDAU, por sinal a maior \u201ctransnacional\u201d do pa\u00eds, seria diferente das multinacionais originadas nos EUA, no Jap\u00e3o ou na Fran\u00e7a? A posi\u00e7\u00e3o do M\u00caS de defesa do anti-imperialismo latino-americano cai por terra nesse ponto, ao esquecer que uma tarefa priorit\u00e1ria para os socialistas brasileiros \u00e9 combater o car\u00e1ter subimperialista do Brasil, exercido atrav\u00e9s de suas multinacionais, em primeiro lugar, pela GERDAU. <\/p>\n<p><b><br \/>\nSer oposi\u00e7\u00e3o de fato ao governo Lula \u00e9 entrar na disputa de 2010 para valer<\/p>\n<p><\/b><br \/>\nPlen\u00e1rias e congressos estaduais discutiram a disposi\u00e7\u00e3o de Helo\u00edsa em concorrer ao Senado, adiando para 2014 sua postula\u00e7\u00e3o para a Presid\u00eancia. Ao mesmo tempo, algumas das correntes majorit\u00e1rias desviam o debate afirmando que manter o perfil do PSOL como oposi\u00e7\u00e3o de esquerda ao governo Lula \u00e9 garantir HH como presidente do partido, desconsiderando que o PSOL perder\u00e1 muito mais caso n\u00e3o se apresente com sua principal figura como alternativa na disputa presidencial contra o projeto \u201clulo-petista\u201d. E tamb\u00e9m, perdem setores de massas que querem votar, pela esquerda, contra o governo. \u00c9 evidente que devemos aprofundar, exaustivamente, um debate de programa, alian\u00e7as e financiamento.  Mas \u00e9 da mesma forma evidente que o melhor quadro para enfrentar o projeto do governo, e o da falsa oposi\u00e7\u00e3o da velha direita, \u00e9 Helo\u00edsa: a simpatia colhida entre setores importantes da popula\u00e7\u00e3o e a possibilidade de di\u00e1logo com o movimento de massas \u00e9 um capital acumulado que, caso se apresente Marina Silva, daremos de presente para sua candidatura, a qual disputar\u00e1 um espa\u00e7o de oposi\u00e7\u00e3o, ainda que com um perfil longe de ser de esquerda. Significar\u00e1 o caminho livre para Marina e o PV, com um projeto em defesa do meio ambiente, que pode crescer sobre nosso espa\u00e7o, mas que n\u00e3o tem nada a ver com a alternativa socialista que prop\u00f5e o partido afirmando como \u00fanica estrat\u00e9gia para salvar a natureza e a humanidade a luta anticapitalista e socialista. Ou seja, entregaremos a este falso projeto ecol\u00f3gico \u201cradical\u201d o espa\u00e7o ganho pelo conjunto do PSOL, pelos radicais, por Helo\u00edsa Helena, por nossa milit\u00e2ncia, o que seria uma verdadeira derrota pol\u00edtica. Ficamos surpreendidos negativamente quando soubemos, pela imprensa, que a dire\u00e7\u00e3o do MES informou sobre conversa\u00e7\u00f5es entre o PSOL e Marina, para lhe propor se filiar ao PSOL.  Assim, Helo\u00edsa poderia concorrer ao Senado, pois, Marina seria a candidata presidencial do PSOL! Tudo isso, sem informar ao partido, \u00e0s inst\u00e2ncias, a menos de 10 dias do Congresso. O primeiro exemplo deste desrespeito com o partido, da oferta p\u00fablica de sua legenda eleitoral foi quando o MES incidiu sobre Prot\u00f3genes no intuito de faz\u00ea-lo candidato a deputado pelo PSOL. N\u00e3o se tratava, ali, da leg\u00edtima defesa do delegado no seu confronto com o governo e o capital, o que todos compartilhamos. Mas, sim de oferecer legenda sem discuss\u00e3o em nenhuma inst\u00e2ncia e sem o devido debate para saber se compartilhamos com Prot\u00f3genes um projeto pol\u00edtico de esquerda e socialista.<\/p>\n<p><b><br \/>\nReordenar o partido em torno da pol\u00edtica e da democracia interna!<br \/>\nE n\u00e3o da luta fracional de disputa exclusiva pelos cargos<\/p>\n<p><\/b><br \/>\nPor tudo o que dissemos, acreditamos que o debate fundamental do II Congresso n\u00e3o \u00e9 quem vai presidir o partido. Ou o PSOL se postula como alternativa, nas ruas e nas urnas, ou se enfraquecer\u00e1, independente de quem vier a ser presidente do partido.  <\/p>\n<p>Para tal, temos que partir das necessidades da classe trabalhadora e do povo. Fruto da crise econ\u00f4mica e da atual pol\u00edtica do governo, a situa\u00e7\u00e3o social apresenta um quadro grav\u00edssimo. Ao desemprego, \u00e0 falta de pol\u00edtica de seguran\u00e7a, ao sucateamento da sa\u00fade e da educa\u00e7\u00e3o, aos baixos sal\u00e1rios, se agrega, agora, a pandemia de gripe su\u00edna. A esse quadro grave para as condi\u00e7\u00f5es de vida de milh\u00f5es, soma-se a corrup\u00e7\u00e3o que corr\u00f3i as institui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e provoca rejei\u00e7\u00e3o, \u00e0s v\u00e9speras da disputa presidencial.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio que o II Congresso proponha uma pol\u00edtica para colocar o bloco na rua. O PSOL tem a obriga\u00e7\u00e3o de ajudar a construir uma resposta de luta na atual situa\u00e7\u00e3o. O PSOL deve chamar \u00e0s ruas para exigir do governo decretar emerg\u00eancia sanit\u00e1ria: suspender o pagamento dos juros da d\u00edvida e investir em contrata\u00e7\u00e3o imediata de m\u00e9dicos, enfermeiras, t\u00e9cnicos, para todos os hospitais e postos de sa\u00fade do pa\u00eds. Deve providenciar massivamente m\u00e1scaras e condi\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o para os trabalhadores da sa\u00fade e a popula\u00e7\u00e3o em geral. Deve quebrar as patentes e produzir de imediato os rem\u00e9dios necess\u00e1rios. O PSOL deve organizar a luta contra o desemprego: Nenhum novo demitido! Buscar apoio dos trabalhadores ao projeto de Luciana proibindo as demiss\u00f5es. Por um Plano de Obras p\u00fablicas para que todos trabalhem!  Aumento salarial de emerg\u00eancia! Fora Sarney e o Senado! E lan\u00e7ar esta campanha n\u00e3o pa\u00eds inteiro, encabe\u00e7ada pela companheira Helo\u00edsa Helena.<\/p>\n<p>Junto com isto, tem que ser tomada, no Congresso, a decis\u00e3o de lan\u00e7ar Helo\u00edsa para a disputa de 2010. J\u00e1! Em que pese \u00e0s d\u00favidas que tem a companheira, a defesa de uma confer\u00eancia eleitoral nos pr\u00f3ximos meses para decidir seria um grave erro pol\u00edtico que agravaria a situa\u00e7\u00e3o do PSOL, nos tiraria da disputa. E pior ainda, caso Marina concorra, estar\u00edamos entregando o terreno conquistado. Se concorrer, Marina poder\u00e1 ter apoio de poderosas ONGs e se repetir o fen\u00f4meno que aconteceu nas elei\u00e7\u00f5es europ\u00e9ias, onde os verdes franceses capitalizaram o desgaste do governo e o NPA ficou com um modesto crescimento. N\u00e3o se trata de nos adaptarmos ao discurso de Marina e dos falsos ecologistas do PV, mas, manter, fortalecer e divulgar nosso projeto de oposi\u00e7\u00e3o de esquerda, de alternativa de luta e socialista, antiimperialista, colado aos trabalhadores. Por sua vez, chamamos a ratificar a Frente de Esquerda e com os movimentos sociais como nossos aliados na pr\u00f3xima disputa eleitoral.<\/p>\n<p><b><br \/>\nConformar um Bloco de Esquerda Consequente<\/p>\n<p><\/b><br \/>\nFinalmente, fazemos um chamado \u00e0 responsabilidade de todos os dirigentes. O Congresso se aproxima. Sua prepara\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode se reduzir a articula\u00e7\u00f5es das correntes em torno da composi\u00e7\u00e3o da dire\u00e7\u00e3o e da candidatura a presidente do PSOL, mas no debate sobre a melhor forma de fortalecer o partido para as disputas pol\u00edticas e da luta de classes, presentes e futuras.<\/p>\n<p>Frente \u00e0 crise que se alastra no setor majorit\u00e1rio, o Enlace, o C-SOL, a CST e o Bloco de Resist\u00eancia Socialista, t\u00eam um enorme desafio: apresentar uma alternativa unit\u00e1ria, sobre bases pol\u00edticas que retomem e avancem a partir do compromisso com o qual fundamos o partido, de respeito ao seu estatuto e ao seu programa, com eixo na luta de classes e de disputa nas lutas e no plano eleitoral, com uma clara pol\u00edtica alternativa, de esquerda frente \u00e0 fal\u00eancia do projeto petista e da falsa oposi\u00e7\u00e3o tucana. Junto com isto \u00e9 preciso um chamado a todos os dirigentes e a todos os delegados a construir de fato as inst\u00e2ncias, a democratizar o funcionamento do partido, a rejeitar o financiamento do grande capital seja brasileiro ou estrangeiro, a retomar os n\u00facleos e garantir um partido plural, onde as diverg\u00eancias n\u00e3o impliquem a desqualifica\u00e7\u00e3o dos que divergem, mas, sim, o est\u00edmulo ao debate sobre o melhor caminho para construir uma alternativa para a maioria explorada do povo brasileiro.<\/p>\n<p><b><br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o Nacional CST\/PSOL \u2013 Corrente Socialista dos Trabalhadores \u2013 agosto 2009<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nota da CST | CST\/PSOL Frente \u00e0 crise que vive a dire\u00e7\u00e3o do PSOL, a poucos dias da realiza\u00e7\u00e3o do seu II Congresso, avaliamos necess\u00e1ria a reflex\u00e3o sobre como e por que se chegou \u00e0 atual situa\u00e7\u00e3o. Encaminhamos, ainda, propostas pol\u00edticas e de funcionamento, com<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-531","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arquivo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/531","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=531"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/531\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=531"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=531"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=531"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}