

	{"id":9063,"date":"2022-01-31T15:42:10","date_gmt":"2022-01-31T15:42:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/?p=9063"},"modified":"2022-01-31T15:42:10","modified_gmt":"2022-01-31T15:42:10","slug":"nahuel-moreno-frente-operaria-a-origem-de-uma-tatica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2022\/01\/31\/nahuel-moreno-frente-operaria-a-origem-de-uma-tatica\/","title":{"rendered":"Nahuel Moreno | Frente oper\u00e1ria: a origem de uma t\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>(Janeiro de 1982, na Confer\u00eancia de Funda\u00e7\u00e3o da LIT-CI)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>(Originalmente publicado na revista \u201cPanorama Internacional\u201d, n\u00ba 20, maio de 1982 &#8211; revista editada pelo PST na clandestinidade)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Antes de qualquer coisa, devo esclarecer que o nosso novo enfoque no tema faz cair por terra o que escrevemos nas teses da CI-CI em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 frente oper\u00e1ria. N\u00f3s n\u00e3o vamos fazer a manobra que faz Lambert e vamos dizer as coisas como efetivamente s\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Naquele momento, consideramos que o que diziam as teses sobre a <em>frente \u00fanica oper\u00e1ria <\/em>era correto e um aporte colocado pelos companheiros da OCI (u). Foram eles que insistiram no seu conte\u00fado, e n\u00f3s aprovamos. N\u00f3s n\u00e3o est\u00e1vamos suficientemente maduros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Agora \u00e9 diferente: os [casos] de Mitterand e da Nicar\u00e1gua nos levam a fazer uma nova reflex\u00e3o sobre essa t\u00e1tica e o que escrevemos agora \u00e9 uma descoberta para n\u00f3s.<\/p>\n<p>Faz tempo que suspeitamos que na t\u00e1tica da frente oper\u00e1ria havia problemas. Viemos trabalhando sem encontrar sa\u00edda. H\u00e1 muitos anos, acredit\u00e1vamos que era uma estrat\u00e9gia. Foi um erro e logo corrigimos: a frente \u00fanica \u00e9 uma t\u00e1tica. Durante a Revolu\u00e7\u00e3o Russa, essa t\u00e1tica s\u00f3 se aplicou por uns 15 dias. Trotsky disse isso categoricamente, segundo as cita\u00e7\u00f5es que temos aportado. A leitura de Lenin corrobora com ele. Ele [Lenin] afirma que n\u00e3o se deve fazer nenhum acordo com os mencheviques e socialistas revolucion\u00e1rios em toda a etapa, ainda que a frente oper\u00e1ria &#8211; como todos sabemos &#8211; \u00e9 um tipo especial de acordo que se prop\u00f5e ao reformismo. Durante o levantamento de Kornilov, [Lenin] muda e prop\u00f5e aos social-traidores um acordo ou frente, apenas por 15 dias, tal como comenta Trotsky.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ou seja, a pol\u00edtica bolchevique no ano de 1917 foi levada a cabo sem utilizar a t\u00e1tica da frente \u00fanica. Pelo contr\u00e1rio, a grande consigna de Lenin em 1917 foi a de \u201cnenhum acordo\u201d com os partidos oportunistas, porque formam parte do governo ou o apoiam.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A t\u00e1tica de frente \u00fanica oper\u00e1ria surgiu entre o III e IV Congressos da Terceira Internacional. \u00c9, portanto, uma t\u00e1tica posterior \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o Russa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aos que est\u00e3o de acordo com a OCI (u), isso coloca alguns problemas: por acaso os bolcheviques descobriram, em 1921, uma estrat\u00e9gia ou t\u00e1tica permanente, que por ignor\u00e2ncia n\u00e3o utilizaram antes, e que, se tivesse sido aplicada, teria facilitado a Revolu\u00e7\u00e3o Russa?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00f3s acreditamos que n\u00e3o. Que [a frente \u00fanica] \u00e9 uma t\u00e1tica e, como tal, se aplica em determinados momentos. Essa t\u00e1tica surgiu quando a III Internacional descobriu que, por conta de n\u00e3o ter triunfado a revolu\u00e7\u00e3o europeia, os partidos sociais-democratas seguiam sendo amplamente majorit\u00e1rios. Isso os obrigou a mudar as t\u00e1ticas elaboradas pelo Primeiro e Segundo Congressos da III Internacional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Durante esses congressos, a Internacional Comunista havia seguido a pol\u00edtica de Marx e Engels, \u201cpara uma classe oper\u00e1ria, um partido\u201d. Todo o marxismo &#8211; desde Marx &#8211; se desenvolve seguindo a concep\u00e7\u00e3o de que os nossos partidos n\u00e3o deviam ser marxistas, mas que toda a classe oper\u00e1ria devia ter um s\u00f3 partido, com sua linguagem e ideologias pr\u00f3prias, a tal ponto que, em sua famosa carta a Sorge, Marx sustenta que o partido oper\u00e1rio dos Estados Unidos deveria falar e pensar como a pr\u00f3pria classe, apesar das suas concep\u00e7\u00f5es semima\u00e7\u00f4nicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foi Kautsky, que quando jovem n\u00e3o era um pol\u00edtico ruim, quem come\u00e7a a insistir que se deve construir partidos marxistas. Reivindica o marxismo para lutar contra a ala intelectual, pequeno-burguesa, do Partido Social-Democrata Alem\u00e3o. Assim, surgiu o conceito de partido oper\u00e1rio marxista, que significa que, se n\u00e3o \u00e9 marxista, n\u00e3o \u00e9 oper\u00e1rio, e que se estendeu da Alemanha para todos os pa\u00edses adiantados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ambas as concep\u00e7\u00f5es, a de Marx &#8211; \u201cuma s\u00f3 classe, um s\u00f3 partido\u201d &#8211; e de Kautsky &#8211; \u201cum s\u00f3 partido, por\u00e9m marxista\u201d -, s\u00e3o adotados pela III Internacional em sua funda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Surge uma t\u00e1tica nova<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O Primeiro e o Segundo Congressos da III Internacional afirmavam que se a revolu\u00e7\u00e3o triunfasse na Alemanha e em um ou dois pa\u00edses mais, a social-democracia entraria em uma crise sem sa\u00edda e, ent\u00e3o, haveria apenas um partido oper\u00e1rio hegem\u00f4nico, o comunista. Por\u00e9m, logo ap\u00f3s o Segundo Congresso, quando fracassa a revolu\u00e7\u00e3o na Europa, Lenin, Trotsky e a III Internacional se enfrentam com o fato de que a social-democracia segue sendo amplamente majorit\u00e1ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Isso se combina com a relativa estabiliza\u00e7\u00e3o do capitalismo, o refluxo do movimento oper\u00e1rio europeu e, por \u00faltimo, mesmo que a revolu\u00e7\u00e3o oper\u00e1ria n\u00e3o tenha triunfado, os partidos comunistas se transformaram em partidos de massa, ainda que minorit\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essa nova situa\u00e7\u00e3o coloca a necessidade imperiosa de ganhar os trabalhadores sociais-democratas para poder realizar a revolu\u00e7\u00e3o socialista. A t\u00e1tica da frente \u00fanica surge dessa necessidade conjuntural e espor\u00e1dica. Como tal, \u00e9 parte da estrat\u00e9gia de varrer da classe trabalhadora os partidos socialistas, para alcan\u00e7ar a hegemonia do partido comunista. \u00c9 uma t\u00e1tica para debilitar os sociais-traidores por meio da proposi\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es comuns, sentidas por ambos os partidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A t\u00e1tica n\u00e3o colocava a uni\u00e3o ou acordos permanentes com os partidos sociais-democratas. A sua estrat\u00e9gia e princ\u00edpio era destru\u00ed-los. Precisamente, a III Internacional alerta sobre os perigos de pretender levantar consignas m\u00e1ximas ou programas de revolu\u00e7\u00e3o oper\u00e1ria com os partidos oper\u00e1rios traidores. Sustenta que faz\u00ea-lo \u00e9 trai\u00e7\u00e3o e n\u00e3o frente \u00fanica, porque equivale a depositar alguma confian\u00e7a revolucion\u00e1ria neles.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando o stalinismo aplicou essa t\u00e1tica com a dire\u00e7\u00e3o sindical inglesa, dizendo \u201cfa\u00e7amos uma frente \u00fanica para ajudar os grevistas ingleses\u201d, Trotsky disse que se tratava de uma das maiores trai\u00e7\u00f5es, uma vez que se deveria ter proposto que os sindicatos russos apoiassem diretamente a greve mineira, por meio da ala revolucion\u00e1ria do sindicalismo ingl\u00eas, para derrotar a dire\u00e7\u00e3o sindical burocr\u00e1tica. Nunca, durante a grande greve inglesa, deveria se aplicar a t\u00e1tica da frente \u00fanica, e sim a [t\u00e1tica] de apoio \u00e0 greve, para derrotar n\u00e3o s\u00f3 a patronal e o governo Ingl\u00eas, mas tamb\u00e9m a burocracia sindical.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A t\u00e1tica da frente \u00fanica \u00e9 um convite. E s\u00f3 pode ser proposta quando h\u00e1 pontos em comum entre os partidos reformistas e revolucion\u00e1rios. Se um partido oper\u00e1rio est\u00e1 a favor dos planos de austeridade que aplica o governo, \u00e9 imposs\u00edvel que se tenha uma frente \u00fanica com esse partido por aumento salarial. A base da frente \u00fanica \u00e9 que, em um ponto determinado, as massas reformistas (que n\u00e3o acreditam na revolu\u00e7\u00e3o) e seus dirigentes (que querem se acomodar), levados pela luta de classes, se veem obrigados a levantar alguma consigna de luta contra o capitalismo. Por exemplo, quando o governo de Isabel Per\u00f3n, na Argentina, baixou os sal\u00e1rios em 40% e a classe oper\u00e1ria e muitos dirigentes peronistas estavam furiosos, n\u00f3s convidamos a burocracia e os trabalhadores que a seguiam a lutarmos juntos para recuperar o poder aquisitivo. Assim, foi feita uma greve geral impressionante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O que significa dizer que a frente oper\u00e1ria \u00e9 uma t\u00e1tica? Que \u00e9 s\u00f3 uma ferramenta, um meio entre outros, para construir o partido, ganhando setores da classe trabalhadora para ele. Dito isso, afirmar que \u00e9 \u201ca t\u00e1tica\u201d ou uma estrat\u00e9gia significa dizer que \u00e9 a \u00fanica ferramenta e meio de que o partido disp\u00f5e para se construir e para conquistar uma maior audi\u00eancia na classe trabalhadora. Ou, no m\u00ednimo, que \u00e9 uma ferramenta ou meio privilegiado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nossa estrat\u00e9gia, nossa tarefa central, \u00e0 qual tudo est\u00e1 subordinado, \u00e9 transformar as nossas organiza\u00e7\u00f5es em partidos com influ\u00eancia de massas, cada vez com maior influ\u00eancia oper\u00e1ria, com mais e mais quadros oper\u00e1rios nas suas filas. Essa \u00e9 a estrat\u00e9gia. E sempre que se fala de t\u00e1tica, ela tem que se referir a essa estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A OCI vem dizendo h\u00e1 anos que a frente \u00fanica \u00e9 uma estrat\u00e9gia ou t\u00e1tica privilegiada (o que \u00e9 a mesma coisa). Nas teses, se diz que \u00e9 uma t\u00e1tica, por uma concess\u00e3o que nos fizeram. Levamos para eles os textos de Trotsky, onde escreve que a frente \u00fanica oper\u00e1ria \u00e9 uma t\u00e1tica. Logo buscaram uma \u00fanica cita\u00e7\u00e3o de Trotsky na qual diz que \u00e9 uma t\u00e1tica n\u00e3o circunstancial, que se refere, concretamente, a um momento da luta de classes em um pa\u00eds: a etapa pr\u00e9via a ascens\u00e3o de Hitler.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se tomamos a frente \u00fanica oper\u00e1ria como uma t\u00e1tica permanente ou privilegiada, significa que a forma permanente de construir o partido, ou a ferramenta ou o meio privilegiado, \u00e9 o acordo com os partidos oper\u00e1rios traidores. A OCI (u) \u00e9 consequente quando p\u00f5e, de fato, um sinal de igual entre a constru\u00e7\u00e3o do partido e a t\u00e1tica da frente oper\u00e1ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Uma t\u00e1tica para cada situa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para n\u00f3s, cada etapa da luta de classes exige diferentes meios ou t\u00e1ticas para construir o partido. Elas n\u00e3o surgem somente da luta de classes, mas sim da rela\u00e7\u00e3o que se estabelece entre esta e o partido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essa rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 est\u00e9tica nem cient\u00edfica. N\u00e3o estudamos a realidade s\u00f3 para conhec\u00ea-la e nos emocionarmos. Tampouco elucidamos a situa\u00e7\u00e3o do nosso partido como historiadores ou soci\u00f3logos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Estudamos as duas realidades, a luta de classes e o partido, para buscar os meios que fortale\u00e7am o partido. \u00c9 uma an\u00e1lise interessada, pol\u00edtica. Isso \u00e9 t\u00e3o verdade que tais meios ou t\u00e1ticas mudam n\u00e3o apenas com a realidade objetiva, mas tamb\u00e9m com a do pr\u00f3prio partido. Supondo duas situa\u00e7\u00f5es objetivas parecidas, ter\u00edamos t\u00e1ticas muito diferentes se a nossa organiza\u00e7\u00e3o for constitu\u00edda por 20 estudantes ou por 20.000 oper\u00e1rios metal\u00fargicos ou mineiros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Isso explica, entre muitas outras t\u00e1ticas, aquela do entrismo nos partidos socialistas, dos anos 1930. Se j\u00e1 fossemos organiza\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias poderosas, n\u00e3o ter\u00edamos feito o entrismo. Essa foi nossa t\u00e1tica central durante dois ou tr\u00eas anos, e n\u00e3o a da frente \u00fanica oper\u00e1ria, porque \u00e9ramos pequenos grupos. O entrismo foi a t\u00e1tica privilegiada em um determinado momento do trotskismo, e foi a nega\u00e7\u00e3o da t\u00e1tica da frente \u00fanica, ainda que, na Fran\u00e7a, tenha servido, durante um curto lapso de tempo, para intervir na frente \u00fanica acordada entre os Partidos Socialista e Comunista. Era um meio para levar a rupturas nos partidos socialistas, o mais r\u00e1pido poss\u00edvel, desde dentro. Entrou-se neles n\u00e3o para desenvolver uma frente \u00fanica com a dire\u00e7\u00e3o, mas para denunci\u00e1-la e fazer a esquerda socialista romper com ela.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As t\u00e1ticas dos partidos revolucion\u00e1rios s\u00e3o infinitas. Mudam de acordo com cada situa\u00e7\u00e3o. Por exemplo, o PST da Argentina, quando se apresentou \u00e0s elei\u00e7\u00f5es (o maior acerto t\u00e1tico da sua hist\u00f3ria, que o converteu em um partido nacional e permitiu \u201capropriar-se\u201d de um pequeno setor do movimento de massas), praticou uma t\u00e1tica oposta \u00e0 frente \u00fanica: a [t\u00e1tica] do polo oper\u00e1rio e socialista. Isso significou unir os ativistas classistas e socialistas para se opor \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es e dire\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias que praticavam a concilia\u00e7\u00e3o de classes. Se algu\u00e9m do nosso movimento tivesse dito que n\u00e3o dever\u00edamos nos apresentar \u00e0s elei\u00e7\u00f5es porque a t\u00e1tica correta era realizar a frente \u00fanica oper\u00e1ria da CGT e dos partidos oper\u00e1rios, teria cometido um crime.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por isso, para mim, os defensores da frente \u00fanica como t\u00e1tica privilegiada ou estrat\u00e9gia cometem o grave erro de acostumar as nossas dire\u00e7\u00f5es a n\u00e3o pensar as verdadeiras t\u00e1ticas que se imp\u00f5em. Falsamente, acreditam ter solucionado o problema para sempre, repetindo como muleta \u201cfrente \u00fanica oper\u00e1ria\u201d. Trata-se de um grave erro metodol\u00f3gico, que se soma ao erro pol\u00edtico, de se adaptar aos partidos contrarrevolucion\u00e1rios, como \u00fanicos interlocutores v\u00e1lidos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Para aprofundar temas relacionados indicamos: A trai\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/dl\/Nahuel%20Moreno\/A%20Trai%C3%A7%C3%A3o%20da%20OCI.pdf\">OCI<\/a><\/p>\n<p>Leia tamb\u00e9m:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"1qRpYxeDFY\"><p><a href=\"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2021\/12\/21\/prologo-da-obra-o-partido-e-a-revolucao-teoria-programa-e-politica-polemica-com-ernest-mandel\/\">Pr\u00f3logo da obra O Partido e a Revolu\u00e7\u00e3o \u2013 Teoria, Programa e Pol\u00edtica: Pol\u00eamica com Ernest Mandel<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Pr\u00f3logo da obra O Partido e a Revolu\u00e7\u00e3o \u2013 Teoria, Programa e Pol\u00edtica: Pol\u00eamica com Ernest Mandel&#8221; &#8212; CST-UIT\" src=\"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/2021\/12\/21\/prologo-da-obra-o-partido-e-a-revolucao-teoria-programa-e-politica-polemica-com-ernest-mandel\/embed\/#?secret=iSGZVvZopC#?secret=1qRpYxeDFY\" data-secret=\"1qRpYxeDFY\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; \u00a0 (Janeiro de 1982, na Confer\u00eancia de Funda\u00e7\u00e3o da LIT-CI) &nbsp; (Originalmente publicado na revista \u201cPanorama Internacional\u201d, n\u00ba 20, maio de 1982 &#8211; revista editada pelo PST na clandestinidade) &nbsp; Antes de qualquer coisa, devo esclarecer que o nosso novo enfoque no tema faz<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[47],"tags":[],"class_list":["post-9063","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-historia-e-formacao-politica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9063","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9063"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9063\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9063"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9063"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cstuit.com\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9063"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}