Live de apresentação das pré-candidaturas é marcada pelas lutas nacionais e internacionais

Isadora Bueno – Militante da Juventude Vamos à Luta e da CST

No dia 30/05, demos o primeiro passo de construção das nossas pré-candidaturas a
deputadas. A partir da definição que temos de que as eleições são o terreno dos capitalistas, acreditamos que ela, igualmente, abre um espaço para discutirmos nossas propostas e elevarmos nossas vozes em defesa das lutas da classe trabalhadora, estudantes, mulheres, indígenas, negros, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. Por isso, na nossa live, apresentamos nosso programa e chamamos todas as pessoas a lutarem conosco e construírem essa alternativa também nas eleições. Lorena Fernandes e Bárbara Sinedino expuseram nosso programa e nossa luta diária pela construção de um governo das trabalhadoras e trabalhadores, rumo a um Brasil socialista e uma Federação das Repúblicas Socialistas da América Latina.

Pré-candidaturas a serviço das lutas no Brasil e no mundo
As saudações da plenária, vindas de lutadores aguerridos, refletem o compromisso com
as batalhas em curso. Mónica, deputada nacional na Argentina pelo Izquierda Socialista (UIT-QI) – FITU e parte da Flotilha Global Sumud, expressou a luta do povo palestino contra o Estado nazi-sionista de “Israel” e por uma Palestina livre do rio ao mar. Assim como ela, Humberto, dirigente do Partido dos Trabalhadores, a seção da UIT-QI na Bolívia, trouxe a luta do povo boliviano contra o governo Rodrigo Paz e a extrema direita mundial. Sol veio com a força dos povos indígenas de diversas nações que se enfrentam com o agronegócio, as mineradoras, garimpeiros e toda a ganância capitalista que tenta destruir o meio ambiente e oprimir os povos originários. Alline retomou a importante luta feminista pela criminalização da misoginia e em defesa de orçamento para o combate à violência contra a mulher. Mateus e Wagner, grevistas da USP e do Sintuff, demonstraram a luta contra a extrema direita de Tarcísio e o governo de frente ampla de Lula, respectivamente. A manifestação de apoio às pré-candidaturas da CST demonstram que o caminho que seguimos é de um programa que expresse as nossas lutas e necessidades.

Unificar as candidaturas da esquerda independente
As intervenções na live demonstraram a necessidade de derrotar a extrema direita e
superar a frente ampla de conciliação de classes de Lula. Nós da CST defendemos que é preciso ter unidade na construção de uma candidatura da esquerda independente, para bater com força e chegar a mais trabalhadores. Por isso, chamamos os companheiros do PSTU, UP e PCB a unificarem as candidaturas e todas as pessoas que querem construir essa unidade, a assinarem o nosso manifesto.

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